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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Pinagem - Pinout - Arduíno Pro Mini - Características!

ARDUÍNO PRO MINI

O Arduino Pro Mini é uma placa baseada no micro-controlador ATmega328. Possui 14 pinos de entrada/saída digital - GPIO (6 deles podem ser usados ​​como saídas PWM), 6 entradas analógicas, um cristal interno (8 MHz ou 16 MHz), um botão de reset e orifícios de montagem para soquetes de terminal a serem presos aos pinos. 

O Arduino Pro Mini possui duas versões diferentes: 3,3 V 8 MHz e 5 V 16 MHz. A Figura 1 Abaixo, mostra o diagrama de bloco do Arduíno Pro Mini, e logo depois abaixo, apresentaremos as características do Arduino.
Fig. 1 - Pinagem - Pinout - Arduíno Pro Min

Especificações técnicas do Arduino Pro Mini

  • Microcontrolador: ATmega328
  • Tensão de operação: 3,3 V ou 5 V DC (dependendo do modelo)
  • Tensão de alimentação recomendada: máximo 12 V DC
  • Pinos de entrada/saída digital: 14 (dos quais 6 suportam saídas PWM)
  • Pinos de entrada analógica: 6
  • Corrente DC por pino de entrada/saída: 40 mA
  • Memória Flash: 32 KB (0,5 KB usado para bootloader)
  • SRAM: 2KB
  • EEPROM: 1KB
  • Frequência de clock: 8 MHz para o modelo de 3,3 V, 16 MHz para o modelo de 5 V

Pinos IO — Entradas e Saídas.

Todos os 14 pinos GPIO digital no Arduino Pro Mini podem ser usados ​​como entradas ou saídas, isso só dependerá das funções utilizadas como: pinMode(), digitalWrite() e digitalRead()

Arduino Pro Mini possui 6 entradas analógicas, cada uma das quais suporta resolução de 10bits. Nas configurações padrão, eles medem de 0V ou terra até 5V. No entanto, o limite superior pode ser definido usando o pino AREF e a função analogReference()

Os pinos GPIO funcionam com tensão de 5V, e corrente máxima de 40mA, eles possuem resistores pull-up internos entre 20 – 50K

Na Figura 2 abaixo, temos o diagrama esquemático do circuito do Arduíno Pro Mini, e podemos acompanhar todas as configurações do Arduíno.
Fig. 2 - Diagrama Esquemático Arduíno Pro Mini

Pinos com funções Especiais:

Alguns pinos no Arduíno Pro Mini, têm funções especiais, que podem ser configuradas através do código, para alterá-las:
  • Comunicação Serial: Pino 0 (RX) e Pino 1 (TX) - Esses pinos são utilizados para envio e recebimento de comunicação serial TTL. Para receber dados é utilizado o (RX) e para transmitir, o (TX).
  • Interrupções externas: Pinos (2 e 3) — Esses pinos podem ser usados ​​para acionar uma interrupção.
  • Função PWM: 3, 5, 6, 9, 10 e 11 : Esses pinos fornecem um sinal PWM de 8 bits com a função analogWrite().
  • Comunicação SPI: 10 (SS), 11 (MOSI), 12 (MISO), 13 (SCK): Esses pinos fornecem comunicação SPI com a biblioteca SPI.

  • Comunicação TWI: O pino A4 ou SDA e o pino A5 ou SCL suportam comunicação TWI usando a biblioteca Wire.  

  • Pino AREF: Tensão de referência para entradas analógicas. É usado com a função analogReference().

Alimentação

O Arduino Pro Mini suporta alimentação através de conexão, USB por um cabo Mini USB tipo B, ou por uma fonte de alimentação externa que forneça entre; 6Vcc até no máximo 20Vcc, existe ainda o pino 27, com uma tensão regulada de 5Vcc.

LED indicador: É um LED conectado ao pino digital 13. Acende quando o valor do pino é alto e desliga quando é baixo.

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segunda-feira, 20 de junho de 2022

Pinagem - Pinout - Placa Arduino UNO V3 & ATMega328P e suas Especificações!

Principais características

Arduino UNO é uma placa microcontroladora baseada no ATmega328P. Possui 14 pinos de entrada/saída digital (dos quais 6 podem ser usados como saídas PWM), 6 entradas analógicas, um ressonador cerâmico de 16 MHz, uma conexão USB, um conector de alimentação, um conector ICSP e um botão de Reset

Ele contém tudo o que é necessário para dar suporte ao microcontrolador; basta conectá-lo a um computador com um cabo USB ou alimentá-lo com uma fonte de alimentação CC ou bateria para começar. 

Pinagem Arduino Uno V3

Na Figura 1 abaixo, temos a Pinagem completa das conexões da placa Arduino UNO com a última Versão 3.0

Fig. 1 - Pinagem da Placa Arduino UNO V3 & ATMega 328P - Fonte Wikimedia

Especificações Técnicas

Na tabela abaixo, você encontrará as principais especificações técnicas do Arduino UNO R3.

PlacaNomeArduino UNO R3
SKUA000066
MicrocontroladorATmega 328P
Conector USBUSB-B
PinosBuilt-in LED Pino13
Digital I/O Pinos14
Pinos de Entrada Analógica6
Pinos PWM6
ComunicaçãoUARTSim
I2CSim
SPISim
AlimentaçãoTensão de Entrada/ Saída dos Pinos5V
Tensão de entrada (nominal)7-12V
Corrente por pinos I/O20 mA
Conector da Fonte de AlimentaçãoBarrel Plug
Velocidade do ClockProcessador PrincipalATmega328P 16 MHz
Processador USB-SerialATmega16U2 16 MHz
MemoriaATmega 328P2KB SRAM, 32KB FLASH, 1KB EEPROM
DimensõesPeso25 g
Largura53.4 mm
Comprimento68.6 mm

Fonte da imagem pinagem do Arduino Uno: Wikimedia

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segunda-feira, 18 de abril de 2022

Pinagem - Pinout Fonte ATX - Especificações e Características!

Fig. 1 - Pinagem - Pinout Fonte ATX - Especificações e Características!

Especificações

As fontes de alimentação ATX, foram desenvolvidas para trabalharem principalmente com Computadores. Seu funcionamento consiste em, converter uma corrente alternada AC vinda da rede de fornecimento elétrico, em várias tensões de corrente contínua CC.

Para você que quer saber dos assuntos mais detalhados do funcionamento de uma fonte ATX, fizemos um Post que explica com fotos ilustrativas reais da placa da fonte e sua posição do diagrama esquemático, explicado o funcionamento em etapas de uma fonte ATX, para mais, clique no link abaixo:

Características

As principais tensões de fornecimento da fonte de alimentação ATX são: +3,3V, +5V, e +12V. E as tensões pontuais de baixa corrente, -12V e +5VSB (standby).  Existia ainda uma saída de -5V que era para alimentar os obsoletos barramentos ISA

Existem diversos modelos de fontes ATX no mercado, e cada uma veem com mais periféricos, separamos aqui os mais comuns entre todas elas.

Pinagem - Pinout Fonte ATX

Conector 20 ATX

O primeiro conector que mostraremos, é o maior entre todos, ele é conhecido como; Conector 20 ATX, o conector contém 20 pinos, como mostrado na Figura 2 abaixo. 
Fig. 2 - Conector 20 ATX -  Conector de 20 Pinos

Essa categoria de conector já são considerados obsoletos, já que a maioria das placas mães, utilizam o Conector 20 + 4 ATX.

Conector 24 ATX 

O conector 24 ATX foi a evolução do Conector 20 ATX, ele conta com 24 pinos, disposto em um único conector. Alguns fabricantes pensando em atender as placas mais antigas, dividem em dois  conectores um de 20 pinos mais um de 4 pinos, daí que sai a nomenclatura 20 + 4 ATX, como mostradona Figura 3 abaixo.
Fig. 3 - Conector 24 ATX -  Conector de 24 Pinos

Essa categoria de conector, além de levar alimentação para a placa, ele também é responsável por levar alguns pinos com funções especiais, que abordaremos logo mais abaixo.

Conector EPS12V

Para essa categoria de conector, existem três versões:
  • Conector 4 EPS12V — Esses conectores surgiram nas versões das fontes ATX, a partir da versão 1.3, distribuídas com conectores 4 EPS12V, como mostrado na Figura 4 abaixo.
Fig. 4 - Conector 4 EPS12V -  Conector de 4 Pinos

  • Conector 6 EPS12V - Esses  conectores surgiram a partir das versões 2.0 das fontes ATX, distribuídas com conectores 4 + 2 EPS12V, como mostrado na Figura 5 abaixo. 

    As fontes mais modernas utilizam dois conectores conjugados, ou seja, um de 4 pinos e outro de 2 pinos, encaixáveis, para facilitar na compatibilidade das versões mais antigas, e outros já veem com o conector de 6 pinos.
Fig. 5 - Conector 6 EPS12V -  Conector de 6 Pinos

  • Conector 8 EPS12V - Esses  conectores surgiram a partir das versões 2.0 das fontes ATX,  distribuídas com conectores 4 + 4 EPS12V, como mostrado na Figura 6 abaixo.
     
    As fontes mais modernas utilizam dois conectores conjugados, ou seja; dois conectores de 4 pinos que são encaixáveis, para facilitar na compatibilidade das versões mais antigas, e outros já veem com o conector de 8 pinos.
Fig. 6 - Conector 8 EPS12V -  Conector de 8 Pinos

Conector Molex Peripheral

Essa categoria de conector, é um dos mais tradicionais, ainda muito presente nos PCs. Essa categoria de conectores são utilizados para alimentar diversas categorias de equipamentos, tais como: 

Disco Rígido, Unidades de DVD/CDs, Placas Auxiliares, Algumas placas de vídeo, e em alguns casos, Placa Mãe de equipamentos industriais que utilizam essa categoria de fonte. O conector Molex é mostrado na Figura 7 abaixo.
Fig. 7 - Conector Molex Peripheral -  Conector de 4 Pinos

Conector Floppy Drive

Os Conectores Floppy Drive, são conectores obsoletos, não utilizados atualmente, e por obviedade tendem a desaparecer, a maioria das fontes, já não trazem mais essa categoria de conector, a imagem ilustrativa do conector é mostrado na Figura 8 abaixo.
Fig. 8 - Conector Floppy Driver -  Conector de 4 Pinos

Ele era utilizado em dispositivos de leitura dos antigos, disquetes, que eram alimentados por essa categoria de conector, que hoje não são mais visíveis em nenhum computador.
 

Conector peripheral SATA Power

Este conector é considerado a prova de erros, já que tem um orifício que faz com que o conector não seja ligado erradamente evitando qualquer erro na conexão, ele é  responsável pela alimentação dos periféricos, como: Disco Rígido, Drive CD/DVD como alimentação SATA, e em alguns casos, placas de vídeos que possuem alimentação SATA. A imagem ilustrativa e mostrada na Figura 9 abaixo.

Fig. 9 - Conector peripheral SATA Power - 15 Pinos

ATX Auxiliar Power Cable

Esse conector é utilizado na alimentação auxiliar de alguns periféricos, esses periféricos são equipamentos que precisam serem alimentados com as tensões de +3.3V e +5V

Fig. 10 - Conector Auxiliar ATX - 6 Pinos.

Funções Especiais Conector 20 e 24 ATX

Como já mencionara no início do Post, existem 4 fios dos 20 ou 24 fios, com funções especiais nas fontes ATX, são eles:

  • Pino 14 para o conector 20 ATX, ou o pino 16 para o conector 24 ATX - Esse é identificado por um fio padrão da cor Verde. Sua sigla é PS_ON, que significa “Power Supply On”, esse fio é quem recebe o comando da placa-mãe, que quando pressionamos o botão de ligar o PC, a placa mãe aterra esse PS_ON ao Ground, ou GND, ligando toda fonte de alimentação.

    Digo toda fonte, porque as fontes ATX, são dotadas de duas fontes independentes, a fonte stand alone, que é uma pequena fonte que fornece uma tensão de +5V com no máximo 2A. 

    Ela fica ligada logo que você conecta a fonte ATX na energia, ela serve para alimentar os periféricos de standby da fonte e da placa mãe, e a fonte de potência, que liga todas as linhas de alimentação.

    Caso queira ligar a fonte ATX, é só conectar o Fio Verde PS_ON, ao fio Preto, GND ou terra que a fonte irá ser acionada enquanto o fio verde estiver aterrado.

  • Pino 8 - Esse pino é identificado por um fio Cinza. Sua sigla é PG, que significa “Power Good” esse fio é quem indica que a fonte se estabilizou e está pronta para uso.

    O seu funcionamento é simples, quando acionamos a fonte, ele se mantém em baixa por um tempo de cerca de (100-500 ms).

  • Pino 9 - Esse é identificado por um fio padrão da cor Roxa. Sua sigla é +5VSB, que significa “+ 5V Standby”. 

    Esse fio é quem alimenta os circuitos de standby, como, por exemplo, o circuito Power On, enquanto a fonte principal que fornece as tensões de +3.3V, +5V, +12V, -12V, de potência, esta desligada.

Pessoal, o trabalho é grande, escrever, montar, testar, elaborar a PCI, armazenar para baixar, tudo isso dá muito trabalho, e não cobramos nada por isso!

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Pinagem - Pinout - Conectores Tipo A & B - USB 1.0, USB 2.0, USB 3.0 - Especificações!

Fig. 1 - Pinagem Pinout - Conectores Tipo A & B - USB 1.0, USB 2.0, USB 3.0 - Especificações

O USB (Universal Serial Bus) é uma interface plug-and-play de barramento serial entre os dispositivos e o controlador host como; computador, servidor, dispositivo host, hub, etc.

São utilizados 4 fios blindados em um único cabo: dois para alimentação (+5v e GND) e dois para sinais de dados diferenciais (identificados como D+ e D- na pinagem).

Para detalhes como; velocidades, padrões, características, tipos e versões, você poderá está consultando o nosso Artigo detalhado sobre, clicando no link abaixo:

  • USB Velocidades - USB 1.0, USB 2.0, USB 3.0 e USB 4.0 - Quais suas Diferenças!

Você pode se interessar também:

Pinagens dos Conectores USB

USB 1.0 e USB 2.0 - Tipo A

Os conectores USB 1.0 são as primeiras versões, eles teem o mesmo involucro dos conectores USB 2.0, o que difere é somente a tecnologia embarcada no circuito. 

Na Tabela abaixo temos a pinagem e suas respectivas descrição.

PinoNomeDireçãoCorDescrição
1VBUS Vermelho+5 V Alimentação
2D -«—»VerdeUSB 2.0 Dados -
3D +«—»AzulUSB 2.0 Dados +
4GND PretoNegativo


Na Figura 2 abaixo temos o diagrama do conetor USB do TIPO A, com sua respectiva Pinagem.

Fig.2 - Conector USB tipo A - Pinagem, Pinout, USB 1.0, USB 2.0

USB 2.0 - Tipo B

O conector USB TIPO B compartilham o mesmo número de pinos do conector Tipo A, o que difere é o posicionamento dos pinos que é comportada pelo formato do conector TIPO B

Na Tabela abaixo temos a pinagem e suas respectivas descrição.

PinoNomeDireçãoCorDescrição
1VBUS Vermelho+5 V Alimentação
2D -«—»VerdeUSB 2.0 Dados -
3D +«—»AzulUSB 2.0 Dados +
4GND PretoNegativo


Na Figura 3 abaixo temos o diagrama do conetor USB do TIPO B, com sua respectiva Pinagem.

Fig. 3 - Conector USB tipo B - Pinagem, Pinout, USB 2.0

USB 3.0 - Tipo A

O USB 3.0 Tipo A, tem o encapsulamento idêntico aos  seus antecessores, no entanto internamente é diferente, pois ele mescla o barramento USB 2.0 que contém 4 Pinos, com novo barramento SuperSpeed que contém 5 Pinos, e tem taxa de transferência de até 5,0 Gbit/s. 

Isso é aproximadamente dez vezes mais rápido que o padrão USB 2.0. Os conectores USB 3.0 se diferenciam visualmente dos conectores USB 1.0 e USB 2.0, através da cor do involucro de plástico que nas versões anteriores eram preto, e a versão USB 3.0 e azul. 

Na Tabela abaixo temos a pinagem e suas respectivas descrição.

PinoNomeDireçãoCorDescrição
1VBUS Vermelho+5 V Alimentação
2D -«—»VerdeUSB 2.0 Dados -
3D +«—»AzulUSB 2.0 Dados +
4GND PretoNegativo
5StdA_SSRX-«—RoxoSuperSpeed Receiver
6StdA_SSRX+«—LaranjaSuperSpeed Receiver
7GND_DRAIN GroundNegativo
8StdA_SSTX-—»Azul-EscuroSuperSpeed Transmitter
9StdA_SSTX+—»AmareloSuperSpeed Transmitter


Na Figura 4 abaixo temos o diagrama do conetor USB 3.0 do TIPO A, com sua respectiva Pinagem, estamos mostrando o barramento interno ao lado do conector para demonstrar os pinos que tem dentro para melhor visualização.

Fig.4 - Conector USB 3.0 tipo A - Pinagem, Pinout USB 3.0

USB 3.0 - Tipo B

USB 3.0 Tipo B, tem o encapsulamento parecidos com os USB 2.0 TIPO B, no entanto ha um acréscimo de 5 pinos em um orifício na parte superior do conector, e em termos de aparência, é isso que diferencia do Conector USB 2.0 TIPO B, além da cor azul, é claro. 

Na tabela abaixo temos a pinagem e suas respectivas descrição.

PinoNomeDireçãoCorDescrição
1VBUS V+Vermelho+5 V Alimentação
2D -«—»VerdeUSB 2.0 Dados -
3D +«—»AzulUSB 2.0 Dados +
4GND GNDPretoNegativo
5StdB_SSTX-—»RoxoSuperSpeed Transmitter
6StdB_SSTX+—»LaranjaSuperSpeed Transmitter
7GND_DRAIN GNDGroundNegativo
8StdB_SSRX-«—Azul-EscuroSuperSpeed Receiver
9StdB_SSRX+«—AmareloSuperSpeed Receiver


Na Figura 4 abaixo temos o diagrama do conetor USB 3.0 do TIPO B, com sua respectiva Pinagem.

Fig.5 - Conector USB 3.0 tipo B - Pinagem, Pinout USB 3.0

Ha também um versão com uma pequena diferença entre os conectores USB 3.0 Tipo B, são os conhecidos como Powered-B

Ele possui dois pinos adicionais de fornecimento de energia "Pinos 10 e 11", para aumentar a corrente de trabalho do conector, e em caso de equipamentos com uma corrente maior, não necessitar de um adaptador USB ou uma fonte de alimentação externa.

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quarta-feira, 7 de julho de 2021

Pinagem - Pinout - Sensor Temperatura e Humidade DHT11 - Características e Especificações

 Pinagem - Pinout - Sensor Temperatura e Humidade DHT11

Características básica do Sensor DHT11

  • Tipo - MCU (Microcontrolador de Chip Único)
  • Tensão de Alimentação: 3 - 5.5V
  • Corrente de Consumo: Mínimo 0.5mA, Máximo 2.5mA
  • Corrente de Consumo em Standby: Mínimo 100uA, Máximo 150uA
  • Tipo de Comunicação: Serial Interface (Single-Wire Two-Way)
  • Tipo de Sensor de Humidade: Sensor Resistivo
  • Tipo de Sensor de Temperatura: NTC
  • Tipo de Processamento Digital: Microcontrolador de 8-bit
  • Range de temperatura: 20-90%RH 0-50 C°
  • Precisão da Temperatura: ±2C°
  • Precisão da Humidade: ±5%RH
  • Encapsulamento: 4 Pinos
  • Datasheet Completo: DHT11

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Pinagem - Pinout - NodeMCU ESP8266!

Pinout ESP8266 NodeMCU

O NodeMCU ESP8266 é um módulo que contem 30 pinos de entrada e saída, que são os GPIOs, e são eles os responsáveis pela leitura de sensores de entrada e comandos de saída para módulos de cargas externas. Segue abaixo a figura ilustrativa dos Pinos GPIOs e todos as suas descrições.


É importante ficar atento que nem todos as GPIOs estão acessíveis nas placas de desenvolvimento, agora, independente da placa de desenvolvimento que você estiver utilizando todas as GPIOs  funcionam especificamente da mesma maneira.

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sábado, 22 de dezembro de 2018

Arduino e suas Especificações - Pinagem - Pinout

Fig. 1 - Arduino e suas Especificações

Definição do Arduino

Arduino é na verdade um kit baseado em um microcontrolador, devido ao seu recurso de hardware de código aberto, é basicamente utilizado em comunicações e no controle ou operação de vários dispositivos.

Arquitetura Arduino:

O processador do Arduino usa basicamente a arquitetura de Harvard, onde o código do programa e os dados do programa têm memória separada. Consiste em duas memórias - Memória de programa e memória de dados.

O código é armazenado na memória do programa flash, enquanto os dados são armazenados na memória de dados. O Atmega328 tem 32 KB de memória flash para armazenamento de código (dos quais 0,5 KB é usado para o bootloader), 2 KB de SRAM e 1 KB de EEPROM e opera com uma velocidade de clock de 16MHz.

Diagrama de pinos do Arduino

Na Figura 2 abaixo, temos o diagrama de pinagem do Arduino UNO R3 para seguirmos como base. Que consiste em um microcontrolador ATmega328 de 28 pinos, pelas quais 14 pinos são de entrada / saída digital e 6 pinos deles podem ser usados ​​como saídas PWM), 6 pinos, entradas analógicas, um oscilador de cristal de 16 MHz, uma conexão USB, um conector de energia, um conector 6 pinos ICSP e um botão de reset.
Fig. 2 - Pinagem - Pinout Arduino UNO R3

O Arduino também pode ser alimentado a partir do PC através de um USB ou de uma fonte externa, como um adaptador ou uma bateria. Pode operar com um fornecimento externo de 7 a 12V. A energia pode ser aplicada externamente através do pino Vin ou pela referência de tensão através do pino IORef.

Entradas Digitais

Os 14 pinos de entradas / saídas digitais, podem fornecer, cada um, o  consumo de corrente para periféricos de até 40mA. Alguns deles possuem funções especiais como pinos 0 e 1, que atuam como Rx e Tx respectivamente, para comunicação serial, pinos 2 e 3 - que são interrupções externas, pinos 3,5,6,9,11 que fornecem saída PWM e pino 13 onde o LED da placa está conectado.

Entradas analógicas
Possui 6 pinos analógicos de entrada / saída, cada um fornecendo uma resolução de 10 bits.
ARef fornece referência para as entradas analógicas, Reset ele redefine o microcontrolador quando baixo.

Como programar um Arduino?

A vantagem mais importante com o Arduino é que os programas podem ser carregados diretamente no dispositivo sem a necessidade de qualquer programador de hardware para gravar o programa. 

Isso é feito devido à presença de 0,5 KB do Bootloader, que permite que o programa seja gravado no circuito. Tudo o que precisamos fazer é baixar o software do Arduino e escrever o código.

Programação do Arduino 

A janela da ferramenta Arduino consiste na barra de ferramentas com os botões como verificar, carregar, abrir, salvar, serial. Ele também consiste em um editor de texto para escrever o código, uma área de mensagem que exibe o feedback, como mostrar os erros, o console de texto que exibe a saída e uma série de menus como o menu Arquivo, Editar, Ferramentas.

Pinagens entrada / saída

Os pinos no seu Arduino são os lugares onde você conecta os fios para construir um circuito.
Eles geralmente têm 'conectores' de plástico preto que permitem a conexão dos fios à placa.

O Arduino tem vários tipos diferentes de pinos, cada um deles rotulados na placa e usado para diferentes funções.

  • GND - Abreviação de "Ground". Existem vários pinos GNDs no Arduino, qualquer um dos quais pode ser usado para aterrar seu circuito.
  • 5V e 3.3V - Como você pode imaginar, o pino de 5V fornece 5 volts de energia, e o pino de 3,3V fornece 3,3 volts de energia.
    A maioria das placas, componentes, módulos "Shields" usados ​​com o Arduino rodam com maestria em 5 ou 3.3 volts.

  • Analógico - A área dos pinos sob a etiqueta "Analog In" (A0 a A5 no UNO) são pinos Analog In. Esses pinos podem ler o sinal de um sensor analógico (como um sensor de temperatura) e convertê-lo em um valor digital que podemos ler.

  • Digital - Em frente aos pinos analógicos estão os pinos digitais (0 a 13 no UNO). Esses pinos podem ser usados ​​tanto para entrada digital (como uma chave pressionado) quanto para saída digital (como alimentar um LED).

  • ICSP - ISP - É um conjunto de 6 pinos, como ilustrada na Figura 3 abaixo, o ICSP ou ISP que praticamente são as mesmas coisas, são barramentos de conexão para programação que são feitas nos Microcontroladores, utilizando protocolo serial SPI.
    Fig. 3 - Arduino UNO - Pinagem ICSP e ISP 

    Devido a esse protocolo SPI é que são utilizados os 6 pinos em conjuntos que são: VCC, GND, RESET, MOSI, MISO e SCK, 3 deles são a alimentação, o reset e o terra, e os outros são os pinos responsáveis por enviar e receber dados dos periféricos conectados, o mestre é quem  controla os clocks da conexão que é uma conexão ponto a ponto.

  • PWM - Você deve ter notado o Til (~) ao lado de alguns dos pinos digitais (3, 5, 6, 9, 10 e 11 no UNO). Esses pinos atuam como pinos digitais normais, mas também podem ser usados ​​para algo chamado Pulse Width Modulation (PWM), mas por enquanto, pense nesses pinos como sendo capazes de simular a saída analógica (como desvanecer um LED brilho alto ou brilho baixo).

  • AREF - Representa a referência analógica. Na maioria das vezes você pode deixar este pino sozinho. Às vezes, é usado para definir uma tensão de referência externa (entre 0 e 5 Volts) como o limite superior para os pinos de entrada analógica.

  • Botão de Reset - Assim como a maioria dos eletrônicos, o Arduino também tem um botão de reset. Empurrá-lo irá conectar temporariamente o pino de reset ao terra e reiniciar qualquer código que esteja carregado no Arduino. Isso pode ser muito útil se seu código não for repetido, mas você deseja testá-lo várias vezes.

  • LED indicador de energia - Logo abaixo e à direita da palavra "UNO" na sua placa de circuito, há um pequeno LED ao lado da palavra "ON". Esse LED deve acender sempre que você conectar seu Arduino a uma fonte de energia. Se esta luz não acender, há uma boa chance de que algo esteja errado. Hora de verificar novamente o seu circuito!

  • LEDs TX RX - TX é a abreviação de transmitir, e RX é a abreviação  para receber. Essas marcações aparecem um pouco na eletrônica para indicar os pinos responsáveis ​​pela comunicação serial.

    No nosso caso, existem dois lugares no Arduino UNO, onde TX e RX aparecem uma vez pelos pinos digitais 0 e 1, e uma segunda vez ao lado dos LEDs indicadores TX e RX. Esses LEDs nos fornecerão algumas indicações visuais agradáveis ​​sempre que nosso Arduino estiver recebendo ou transmitindo dados (como quando estamos carregando um novo programa no quadro).

  • CI principal - A pecinha preta com todas aquelas pernas de metal é um CI, abreviatura de Circuito Integrado. Pense nisso como o cérebro do nosso Arduino.

    O CI principal no Arduino é um pouco diferente do tipo de placa para o tipo de placa, mas geralmente é da linha ATmega de CIs da empresa ATMEL. Isso pode ser importante, pois você pode precisar saber o tipo de CI (junto com o tipo de placa) antes de carregar um novo programa do software Arduino.

    Esta informação geralmente pode ser encontrada por escrito no lado superior do CI. Se você quiser saber mais sobre a diferença entre vários CIs, ler os Datasheets dos micro-controladores será uma boa ideia.

  • Regulador de voltagem - O regulador de tensão não é realmente algo que você pode (ou deveria) interagir com o Arduino. Mas é potencialmente útil saber que está lá e para o que serve. 

    O regulador de tensão faz exatamente o que diz, controla a quantidade de tensão que é colocada na placa do Arduino. Pense nisso como uma espécie de torneira; quando uma quantidade de água chega a encanação, a torneira irá inibir o exagero de água passar por ela e irá soltar a quantidade de água regulada por você, assim é o regulador de tensão, ele irá afastar uma voltagem extra que pode prejudicar o circuito. É claro que tem seus limites, por isso não conecte seu Arduino a algo maior que 20 volts, como já explicado acima.

5 passos para programar um Arduino

Programas escritos no Arduino são conhecidos como esboços. Um esboço básico consiste em 3 partes
  1. Declaração de Variáveis
  2. Inicialização: Está escrito na função setup ().
  3. Código de controle: está escrito na função loop ().
O esboço é salvo com a extensão .ino. Qualquer operação como verificar, abrir um esboço, salvar um esboço pode ser feita usando os botões da barra de ferramentas ou usando o menu de ferramentas.
O esboço deve ser armazenado no diretório do caderno de esboços.

Escolha a placa adequada no menu de ferramentas e nos números de porta serial.
Clique no botão de upload ou escolha o upload no menu de ferramentas. Assim, o código é carregado pelo bootloader no microcontrolador.

Algumas das funções básicas do Arduino são:

  • digitalRead (pin): Lê o valor digital no pino fornecido.
  • digitalWrite (pin, value): Escreve o valor digital para o pino fornecido.
  • pinMode (pin, mode): define o pino para o modo de entrada ou saída.
  • analogRead (pin): Lê e retorna o valor.
  • analogWrite (pin, value): Escreve o valor para esse pino.
  • serial.begin (taxa de transmissão): Define o início da comunicação serial definindo a taxa de bits.

Pessoal, o trabalho é grande, escrever, pesquisar, estudar, buscar as imagens, tudo isso dá muito trabalho, e não cobramos nada por isso!

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E por hoje é só, espero que tenham gostado!

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Forte abraço.

Deus vos Abençoe
Shalom!