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terça-feira, 12 de março de 2019

Tabela de Fio Esmaltado AWG

Tabela de Fio Esmaltado AWG

Essa tabela segue o padrão AWG, que é um padrão internacional e fortemente utilizado muitos Países. AWG - American Wire Gauge

sexta-feira, 8 de março de 2019

Tabela de Códigos dos Principais Diodos Zener

Tabela de Códigos dos Principais Diodos Zener
de 400mW até 5W de potência!!!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Lei de Ohms Formulas

A Lei de Ohms

Nascido em Erlangen, a cerca de 80 quilômetros ao Norte de Munique, em 1879, Georg Ohm tornou-se uma das pessoas que investigaram muito sobre a "nova ciência" associada à eletricidade, descobrindo a relação entre voltagem e corrente em um condutor, essa lei hoje é chamada de Lei de Ohm, honrando o trabalho feito por Georg Ohm.

Para os estudantes de Elétrica / Eletrônica, a Lei de Ohm (V = RI) é tão fundamental quanto a equação da Relatividade de Einstein (E = mc²) é para os físicos.

O que exatamente é a lei de Ohm?

A Lei de Ohm descreve a maneira como a corrente flui através de um material quando diferentes níveis de tensão são aplicados. Alguns materiais como os fios elétricos apresentam pouca resistência ao fluxo de corrente e esse tipo de material é chamado de condutor. Portanto, se esse condutor for colocado diretamente através de uma bateria, por exemplo, muita corrente fluirá.

Em outros casos, outro material pode impedir o fluxo de corrente, mas ainda permitir alguns. Em circuitos elétricos, esses componentes são chamados de resistores. Ainda outros materiais que não deixam praticamente nenhuma corrente fluir, estes materiais são chamados isolantes.

Ohm olhou para o modo como a corrente fluía em vários materiais e ele foi capaz de desenvolver sua lei que agora chamamos de Lei de Ohm.

A fórmula matemática da Lei de Ohm pode ser figurada com a seguinte fórmula:
  • V = R x I

Onde:
  • V = É a Tensão expresso em Volts
  • I  = É a Corrente expresso em Amperes
  • R = É a Resistência expressa em Ohms

Para se ter um melhor entendimento, podemos fazer uma analogia de uma situação elétrica, com a de um fluxo de água em um tubo. 
  • A tensão é representada pela pressão da água no tubo, 
  • A corrente é representada pela quantidade de água que flui através do tubo
  • A resistência é equivalente ao tamanho do tubo.

Pode-se imaginar que quanto mais largo o tubo, mais água irá fluir. A razão para isto é que é mais fácil para mais água fluir através de um tubo mais largo do que um mais estreito.

O mais estreito apresenta mais resistência ao fluxo de água. Além disso, se houver mais pressão no tubo e, para o mesmo tubo, mais água irá fluir.

Ohm determinou que, para materiais normais, dobrar a voltagem dobrava o fluxo de corrente para um determinado componente. Diferentes materiais ou os mesmos materiais com diferentes formas apresentarão diferentes níveis de resistência ao fluxo de corrente.

Relação Lei de Ohms

Conhecendo quaisquer dois valores das grandezas Voltagem, Corrente ou Resistência, podemos usar a Lei Ohms para encontrar o terceiro valor que estiver faltando. A lei de Ohms é usado extensivamente em fórmulas e cálculos eletrônicos e elétricos, por isso é "muito importante entender e lembrar com precisão essas fórmulas".

Para encontrar a tensão, (V)
  • V = R x I
  • V (volts)
  • R (Ω)
  • I (ampères)

Para encontrar a corrente, (I)
  • I = V ÷ R
  • I (amperes)
  • V (volts) 
  • R (Ω)

Para encontrar a resistência, (R)
  • R = V ÷ I
  • R (Ω)
  • V (volts)
  • I (amps)

Às vezes é mais fácil lembrar esse relacionamento com a lei Ohms usando imagens. 
A transposição da equação da Lei Ohms padrão do triângulo acima nos fornecerá combinações da mesma equação. 

Aqui as três grandezas de V, R e I; foram sobrepostas em um triângulo, conhecido como: Triângulo da Lei de Ohms. 

Onde apresenta no desenho do triângulo a tensão no topo, e a corrente e resistência abaixo. Este arranjo representa a posição real de cada quantidade dentro das fórmulas da lei de Ohms. 
Através desses triângulos de Ohms, podemos notar que por exemplo, uma tensão de 1V aplicada a um resistor de fará com que uma corrente de 1A flua, Ex.:
  • I = V / R
  • I = 1V/1Ω
  • I = 1

E quanto maior o valor da resistência, menos corrente fluirá para uma dada tensão aplicada. para fixarmos na nossa cachola, vamos fazer um exemplo de calculo da Lei de Ohms.

Exemplo de cálculo da lei Ohms

Se uma tensão de 10 volts for colocada através de um resistor de 500 ohm, determine a quantidade de corrente que fluirá.

Olhando para o triângulo da Lei de Ohms, a corrente é o desconhecida, porém temos os valores da tensão e da resistência, então podemos utilizar da maneira sugerida na imagem abaixo.

Usando o triângulo Lei Ohms para um cálculo
Desta forma, a corrente é encontrada dividindo a tensão pela resistência.
  • I = V/R = 10/500 = 0,02A = 20mA
  • I = 20mA

E por hoje é só, ficamos por aqui, o meu muito obrigado.

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Fica com Deus

Shalom


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Como fazer leitura de Capacitores de Poliéster e Cerâmico Corretamente

Fig. 1 - Capacitores diversos - como fazer leitura corretamente

Olá a todos!!!

Devido a uma grande quantidade de fabricantes e várias normas e padrões estabelecidos hoje, muitas siglas são implementadas nos componentes eletrônicos, o que dificulta a leitura dos mesmos.

Existe uma codificação intrínseca para indicar o valores dos capacitores, e os fabricantes usam métodos diferentes, às vezes criando um pouco de confusão, e algumas indicações como por exemplo a tolerância e também a tensão de trabalho, muitas vezes não são escritas de forma clara nos mesmo.

Fig. 2 - Capacitor Eletrolítico e Tântalo

E por isso hoje nós  iremos explicar como fazer a leitura dos capacitores, identificando: microfarad (μF), picofarads(pF), tolerância, tensão, e etc.
Para valores superiores a 1μF (como por exemplo com eletrolíticos de alumínio ou tântalo), em sua grande maioria eles escrevem o valor no corpo seguido pela abreviatura de microfarad (μF). 

Para valores abaixo de 1μF (1 microfarad), o assunto é menos claro. Geralmente, uma codificação que consiste em um número de três dígitos seguido por uma letra é usada.

Antes que os mais céticos e os puristas venham indagar este Post, esclarecemos que a abreviação correta da microfarad é o símbolo grego; micro (μ). Que é um prefixo do Sistema Internacional de Unidades denotando um fator de 10−6 (um milionésimo). 

Confirmado em 1960, o prefixo vem do grego; μικρός (transliterado: mikros), significando pequeno. Seguido pela letra maiúscula F

Geralmente quando estamos fazendo uma descrições de componentes, nem sempre temos os símbolos gregos disponíveis em nosso teclado então, para evitar que este símbolo não seja transcrito erroneamente. substitua-o pela letra minúscula "u", embora não devamos esquecer que estamos sempre falando da letra "μ" (micro). 

Temos outros casos, exemplos deste tipo, é o símbolo Ω (ohm) que às vezes é substituído pela letra "R" ou, em alguns outros casos não são escrito nada.

Tal como referido no início, com exceção para condensadores eletrolíticos geralmente excedem em muito o valor de 1 microfarad, o universo de condensadores utilizados em eletrônica consiste de condensadores com valores que variam de uns poucos pF ou picofarad (condensadores cerâmicos ou disco parecem lentilhas ) até aqueles próximos a 1 microfarad ou 1 μF (poliéster multi-camadas).

Antes de continuar, vale lembrar "para quem já esqueceu" um pouco o assunto dos submúltiplos.

Submúltiplos

Um pF (picofarad) é o menor submúltiplo que existe para indicar de uma maneira "prática" a capacidade. Digo prático porque ainda há submúltiplos menores, Prefixos SI (Sistema Internacional de unidades)
(deci, centi, mili, micro, nano, pico, femto, atto, zepto e yocto), mas eles não são usados ​​em eletrônica. 1 picofarad é 1.000,000 (1 milhão) vezes menor que 1 microfarad (μF)

A meio caminho entre picofarad e microfarad há outra sub-múltiplo chamado nanofarad amplamente utilizado e é 1000 vezes maior do que 1 picofarad e 1000 vezes menor que 1 microfarad.

Valores típicos de capacitores

Para capacitores voltados entre 1pF à 1μF (quase todos os capacitores, exceto para o eletrolítico), os valores de referências são indicados com um número de três dígitos seguido por uma letra. 

Os dois primeiros dígitos indicam o número inicial, enquanto o terceiro dígito representa o número de zeros que devem ser adicionados ao número inicial para obter o valor final. O resultado obtido é necessário considerá-lo em picofarad.

Exemplos de codificações

Vamos utilizar como por exemplo; 4 tipos de legendas escritas nos capacitores, como mostrado na Figura 3 abaixo.

1° - No capacitor 1 podemos visualizar o valor:
104 - Que é a sua capacitância, e sem mais nenhuma informação.

Fig. 3 - Capacitores e suas codificações

2° - No capacitor 2 podemos observar o valor 
  • 400V - Que é a tensão de trabalho.
  • 104 - Que é seu valor em pF

3° - No capacitor 3 podemos observar o valor 
  • 104 - Que é sua capacitância em pF
  • J - É a sua tolerância
  • 250V -  Que é a tensão de trabalho.

4° - No capacitor 4 podemos observar o valor
  • 2A - Que é o valor da sua tensão máxima
  • 104 - Que é sua capacitância em pF
  • J - É a sua tolerância

Vamos a Prática: 

Digamos que você tenha um capacitor com a nomenclatura escrita "472" isso é 47 + 2 zeros, que significa 4700 pF (picofarad).

Então se nós excedemos 1000 picofarad, nós podemos utilizar o Sub-múltiplos, "como fazemos com metros/quilômetros". Como já esclarecido acima que: 
  • F = 1000nF
  • 1nF  = 1000pF 

Sendo assim, podemos dizer que nosso capacitor de 4700pF é 4.7nF.

Neste caso, não é conveniente usarmos a micro unidade porque o valor não seria fácil de ler (0.0047μF)

Com valores maiores, tais como filtros de condensadores usadíssimos número 104, ou seja, 10 + 4 = 100.000 pF ou também 100nF, é comum para os designers de usar o circuito de exibição de 0,1μF ou .1μf ( ponto um μF).

Leitura prática do Capacitor de Polyester

Capacitor de 100nF, tolerância de +/- 5% e tensão máxima de trabalho de 100V, Figura 4 abaixo.
Fig. 4 - Capacitor Poliéster 100nF +/- 5% 100V 

Nesse capacitor temos 6 Dígitos alfanuméricos, 2A104J
  • Os primeiros dois dígitos iniciais 2A refere-se a Tensão Máxima, podemos utilizar a tabela completa dos códigos EIA que indicam as tensões máxima de trabalho dos capacitores em tensão contínua (CC)

    Tabela EIA de código indicadores de tensões de trabalho de um capacitor


    0G = 4VDC0L = 5.5VDC0J = 6.3VDC
    1A = 10VDC1C = 16VDC1E = 25VDC
    1H = 50VDC1J = 63VDC1K = 80VDC
    2A = 100VDC2Q = 110VDC2B = 125VDC
    2C = 160VDC2Z = 180VDC2D = 200VDC
    2P = 220VDC2E = 250VDC2F = 315VDC
    2V = 350VDC2G = 400VDC2W = 450VDC
    2H = 500VDC2J = 630VDC3A = 1000VDC

  • O três dígitos seguinte, referem-se a sua capacitância, no caso como já exemplificado 104 = 10 + 4 zeros, que é igual a 100.000pF = 100nF.

  • O ultimo digito é a Letra "J", logo após os três dígitos, essa letra é quem determina a tolerância do componente É interessante notar o fato de que algumas letras correspondem a "tolerâncias assimétricas", como "P", isto é, o componente pode ter uma capacidade maior que a indicada, mas não menor.

    Este tipo de tolerância é usado com capacitores de "filtro", em que um valor possivelmente maior do que o indicado não minimiza a operação do circuito, como podemos acompanhar na tabela EIA abaixo.

    Tabela EIA de código indicadores de tolerância de trabalho de um capacitor

  • B =   +/-  0.10pF
  • C =   +/-  0.25pF
  • D =   +/-  0.5pF
  • E =   +/-  0.5%
  • F =   +/-  1%
  • G =   +/-  2%
  • H =   +/-  3%
  • J =    +/-  5%
  • K =   +/-  10%
  • M =  +/- 20%
  • N =   +/- 30%
  • P =   +/-  +100%, - 0%
  • Z =   +/-  +80%, - 20%

Em uma grande maioria de casos, podem ser úteis conhecer qual a exata tensão máxima que o capacitor pode suportar sem estourar ou danificar suas propriedades internas. 

Como sabemos, um capacitor é composto por uma série de placas de metal isoladas umas das outras. Esse material isolante é muito sutil, especialmente no caso de capacitores de grande valor. 

Por outro lado, se a tensão for muito alta, existe o risco de que um arco elétrico passar através do isolamento elétrico entre as placas quebrando-o e colocando o capacitor em curto

Por esta razão, o material isolante utilizado é projetado para trabalhar até um certo nível de tensão máxima, então vamos analisar as essas tensões dos capacitores.

Dimensões de um capacitor baseado em Tensão

Muitas vezes, a tensão máxima de trabalho pode ser encontrada claramente escrita, especialmente nos capacitores projetados para trabalhar com altas tensões, outras vezes, o valor da tensão não é indicado diretamente.

Acontece frequentemente com os capacitores usados ​​em circuitos de baixa tensão. Estes capacitores suportam tensões entre 50V e 100V, bem acima das tensões de trabalho típicas de 5V, 12V, 18V, 24V, 48V.

Uma dica super importante na hora de projetar ou analisar um circuito e não saber com certeza a tensão de trabalho do capacitor, é levar em conta  o tamanho, que nesse caso "tamanho é documento", pois não podemos pela estrutura de um capacitor trabalhar com uma tensão alta e tamanho reduzido.

Claro que ha exceções, capacitores de tântalo, são em sua totalidade bem pequenos, comparados com sua capacitância, porém como disse, "comparado com sua capacitância, não sua tensão".

Por último, mas não menos importante, há uma codificação numérica usada por alguns fabricantes que consiste em um número seguido por uma letra. Na tabela de tolerâncias podemos ver as tensões máximas de trabalho.

Como tudo relacionado à tecnologia, nada é absoluto e, portanto, sempre aparece um fabricante de componentes, que usa sistemas para indicar valores diferentes daqueles que descrevemos. 

Em qualquer caso, em termos gerais, a descrição deste Artigo, adapta-se muito bem (às vezes com pequenas variações) à maioria dos capacitores comerciais atualmente.

E por hoje é só, espero que tenham gostado!!!

Quaisquer dúvidas, sugestões, correções, por favor, deixe nos comentários abaixo, que em breve estaremos respondendo.

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Forte abraço.

Deus vos Abençoe!

Shalom.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

O que são Varistores? Como Funcionam? Para que Servem??

O que são Varistores? Como Funcionam? Para que Servem??


Varistor é um resistor variável cuja resistência depende da tensão aplicada. O nome foi uma amálgama linguística de duas palavras; “Variável” e “Resistor”. 

Eles também são conhecidos pelos nomes:
VDR (Voltage Dependent Resistor) - Resistor Dependente de Tensão.
MOV (Metal Oxide Varistor) -Varistor de Óxido de Metal.

Eles possuem características não ôhmicas. Portanto, eles são classificados por tipo de resistores não lineares.

Como os Varistores funcionam

Embora existam vários tipos de varistores, o objetivo dos varistores é fornecerem resistência. Ao contrário dos potenciômetros e reostatos, onde a resistência muda de um valor mínimo para um valor máximo, a operação de um Varistor é diferente, quando são submetidas a uma certa voltagem (tensão limiar) a resistência diferencial cai subitamente para uma baixa resistência.

Os Varistor possui dois elementos semicondutores e fornece proteção contra sobretensão em um circuito, a funcionalidade do Varistor é semelhante à de um diodo Zener, onde permite que as tensões do limite inferior passem inalteradas.

Grande parte das aplicações na prática também utilizam a função do Varistor como protetor de tensões transientes excessivas no circuito. Essas tensões transientes geralmente são causadas devido a descargas eletrostáticas e surtos de raios, isso detalharemos mais tarde.

Como a mudança na tensão aplicada muda sua resistência? 

Isso é determinada pela sua composição. Como é feito de material semicondutor, as suas características semicondutora na composição de sua construção, faz com que o Varistor mude sua resistência com altas tensões operacionais. 

Quando a tensão aplicada em um Varistor é maior que a de seu valor nominal (tensão limiar), a resistência efetiva do Varistor cai drasticamente e continua a diminuir à medida que a tensão aplicada aumenta.

A curva representando a resistência estática do Varistor em relação à sua tensão aplicada é mostrada abaixo.

Símbolo do Varistores

Varistor - Símbolo Padrões

Como um Varistor ajuda a suprimir os transientes de tensão em um circuito?

Para entender isso, vamos primeiro entender qual é a fonte de tensão transitória. A origem da tensão Os transientes em circuitos elétricos e fontes são independentes de terem operado a partir de uma fonte CA ou CC, uma vez que sua origem é do próprio circuito ou são transmitidos de qualquer fonte externa. Esses transientes resultam em um aumento na voltagem para vários milhares de volts, o que pode ser catastrófico para o circuito.

V-I Características

De acordo com a lei de Ohm, a curva de características de corrente-tensão de um resistor é uma linha reta, assumindo que o valor do resistor é mantido constante. 

Neste caso, a corrente que flui através de um resistor é diretamente proporcional à tensão aplicada através das extremidades do resistor.

No caso de um Varistor, a curva de características de corrente-tensão não é uma linha reta. Isto é devido ao comportamento de resistência incomum do Varistor. 

No caso de um Varistor, uma pequena alteração na voltagem aplicada a ele causará uma mudança suficientemente grande na corrente que flui através dele.

A curva de características de tensão atual de um Varistor é mostrada na imagem abaixo.
A curva característica de corrente-tensão de um Varistor mostra uma relação linear entre corrente e tensão quando o Varistor não está conduzindo. Isso ocorre porque a corrente que flui através do Varistor permanecerá constante e o valor é muito baixo.

Esta é a corrente de fuga no Varistor e o valor dessa corrente é da ordem de poucos milliamperes. A razão para isso é a alta resistência do Varistor. Esta pequena corrente permanecerá constante até que a tensão aplicada através do Varistor atinja a tensão nominal do Varistor.

A tensão nominal do Varistor é também chamada de tensão de aperto. A tensão nominal de um Varistor é a tensão através dele, que é medida com uma corrente DC especificada de 1mA. Isso pode ser explicado como a tensão CC aplicada através dos terminais do Varistor que permite que uma corrente de 1mA flua através dele .

A corrente que flui através do corpo do Varistor é dependente do material usado para a construção do Varistor. Neste nível de tensão nominal, a funcionalidade do Varistor começa a mudar.

Até a tensão nominal, o Varistor atua como um isolante. Se a tensão aplicada do Varistor atinge sua tensão nominal, o comportamento do Varistor muda do estado de isolamento para o estado de condução.

A resistência do Varistor torna-se muito pequena quando a tensão transiente aplicada através do Varistor é maior ou igual à tensão nominal do Varistor. Isso ocorre por causa de um fenômeno chamado avalanche de avaria em materiais semicondutores.

A quebra de avalanche é uma forma de multiplicação de corrente que permite grandes correntes nos materiais que atuam anteriormente como isolantes. Devido a esta situação, a pequena corrente que flui através do Varistor, que é a corrente de fuga, aumentará rapidamente.

Mesmo que a corrente que flui através do Varistor aumente, a tensão através dele é limitada a um valor próximo da tensão nominal do Varistor. Isso significa que o Varistor atua como um auto-regulador para as tensões transientes aplicadas através dele, passando ou permitindo que mais corrente flua através do Varistor.

Assim, após cruzar a tensão nominal do Varistor, a curva corrente-voltagem torna-se uma curva não linear íngreme. Devido a esta característica, um Varistor pode passar correntes variando extensivamente ao longo de um intervalo muito estreito de voltagens cortando quaisquer picos de voltagem.

E por hoje é só, ficamos por aqui!!!

Qualquer dúvida, escreve no campo de perguntas logo no final da página, sugestões também são bem vindas.

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Abraços

Deus vos abençoe
Shalom

domingo, 6 de janeiro de 2019

Como funcionam os Relés, quais suas características, e suas aplicações!!!

Como funcionam os Relés, quais suas características, e suas aplicações!!!


Olá a todos!!!

Hoje nós vamos entender os fundamentos estruturais de um Relé.

Além disso, o design, a construção, o trabalho, as aplicações, tudo isso explicados em detalhes para enriquecer os nossos
conhecimentos.

O que é um relé?

Relé é um interruptor eletromagnético que é usado para ligar e desligar um circuito por um sinal elétrico de baixa potência, ou onde vários circuitos devem ser controlados por um único sinal.

Sabemos que a maioria dos dispositivos de aplicações industriais de ponta tem relés para o seu funcionamento eficaz.

Os relés são interruptores simples que são operados elétrica e mecanicamente. Os relés consistem em um eletroímã e também um conjunto de contatos. O mecanismo de comutação é realizado com a ajuda do eletroímã.

Existem também outros princípios operacionais para o seu funcionamento. Mas eles diferem de acordo com suas aplicações.

Por que usar um relé?

A principal operação de um relé vem em locais onde apenas um sinal de baixa potência pode ser usado para controlar um circuito. Também é usado em locais onde apenas um sinal pode ser usado para controlar muitos circuitos.

A aplicação de relés começou durante a invenção dos telefones. Eles desempenharam um papel importante na troca de chamadas nas centrais telefônicas

Eles também foram usados ​​em telegrafia de longa distância. Eles foram usados ​​para mudar o sinal vindo de uma fonte para outro destino.

Após a invenção dos computadores, eles também foram usados ​​para executar operações lógicas e outras operações de comutações. 

As aplicações de ponta dos relés, são aquelas que requerem alta potência para serem acionadas, por exemplo; motores elétricos, chaves de alta corrente, e assim por diante. Tais relés para essas aplicações são chamados de contatores.

Arquitetura de um Relé

Existem apenas cinco partes principais em um relé. São eles: 
  • Bobina Eletromagnética
  • Armadura Móvel
  • Pontos de Comutação NF, NA, COM
  • Núcleo de Magnético
  • Bobina Eletromagnética
As figura ao lado mostra o projeto atual de um simples relé.

É um relé eletromagnético com uma bobina de fio, cercado por um núcleo de ferro. 

Um caminho de relutância muito baixa para o fluxo magnético é fornecido para a armadura móvel com o articulador e também os contatos do ponto de comutação NA, NF, COM.

A armadura móvel é conectada ao garfo que é mecanicamente conectado aos contatos do ponto de comutação. Estas peças são seguras com a ajuda de uma mola. A mola é usada de modo a produzir uma folga de ar no circuito quando o relé se torna dezenergizado.

Como o relé funciona?

A função de relé pode ser melhor compreendida explicando o seguinte diagrama ao lado.
O diagrama mostra um diagrama de seção interna de um relé. Uma bobina de controle, como mostrado.

Ligando-o a uma fonte de energia, quando a corrente começa a fluir através da bobina, o eletroímã começa a energizar e, assim, cria-se um campo magnético, logo após isso acontecer o braço de contato superior começa a ser atraído para o braço fixo inferior e, assim, fecha os contatos, causando a comutação da da aleta móvel do circuito NF para o NA.

Logo após de o circuito ser desenergizar, o contato se moverá de forma oposta e fará o circuito NA para o NF.

Assim que a corrente da bobina estiver desligada, a armadura móvel será retornada por uma força de volta à sua posição inicial. Esta força será quase igual à metade da força da magnética. 

Os relés são feitos principalmente para duas operações básicas. Um é a aplicação de baixa tensão e o outro é de alta voltagem

Para aplicações de baixa tensão, mais preferência será dada para reduzir o ruído de todo o circuito. Para aplicações de alta tensão, elas são projetadas principalmente para reduzir um fenômeno chamado de Arco Voltaico.

Base do Relay

A base para todos os relés são as mesmas. Dê uma olhada em um relé de 5 pinos mostrado ao lado. Existem duas cores mostradas. A cor Amarela representa o circuito de controle e a cor verde representa o circuito de carga. 

Uma pequena bobina de controle é conectada ao circuito de controle. Um comutador está conectado à carga. Este interruptor é controlado pela bobina no circuito de controle. Agora vamos dar os diferentes passos que ocorrem em um revezamento.

Relé energizado (ON)

Como mostrado na figura ao lado, quando a corrente flui através das bobinas representadas pelos pinos Amarelos, faz com que surja um campo magnético, esse campo magnético provoca a comutação da Armadura Móvel, fechando o circuito entre os terminais NA e COMUM. 

Relé Dezenergizado (OFF)

Assim que finaliza o fluxo de corrente pelos pinos da bobina, o campo magnético finaliza sua força, e a Armadura Móvel é comutada ao seu estado natural, através da força da mola que se opõe a força do campo magnético, e volta ao seu estado inicial fechando os contatos NF e COMUM novamente.

De forma simples, quando uma tensão é aplicada aos pinos de alimentação da bobina, o eletroímã é ativado, fazendo com que um campo magnético seja desenvolvido, o que vai fechar os pinos NA e COMUM, causando um circuito fechado entre o NA e COMUM

Quando não há tensão no pino da bobina, não haverá força eletromagnética e, portanto, nenhum campo magnético. Assim, os interruptores permanecem no seu estado natural NF e COMUM fechados.

Pólos de Comutação

Os relés têm o funcionamento exato de um comutador. Então, o mesmo conceito também é aplicado. Diz-se que um relé troca um ou mais pólos. Cada pólo tem contatos que podem ser comutados de três maneiras. São eles:

Contato normalmente aberto [NA]
O contato NA também é chamado de contato de fabricação. Fecha o circuito quando o relé está inativado ou seja sem alimentação, e desconecta o circuito quando o relé está ativo ou seja energizado.

Contato normalmente fechado [NF]
O contato NF também é conhecido como contato de rompimento. Isso é oposto ao contato NA. Quando o relé é ativado, o circuito NF é desconectado. Quando o relé é desativado, o circuito NF se conecta novamente.

Contatos de mudança (CO) / Double-throw [DT]
Esse tipo de contato é usado para controlar dois tipos de circuitos. Eles são usados ​​para controlar um contato NA e também um contato NF com um terminal comum. 

Segundo o tipo eles são chamados pelos nomes que quebram antes de fazer, e fazem antes de quebrar contatos.

Os relés podem ser usados ​​para controlar vários circuitos por apenas um sinal. Um relé liga um ou mais pólos, cada um dos quais pode ser acionado energizando a bobina.

Os relés também são nomeados com designações como

Single Pole Single Throw [SPST]
O relé SPST tem um total de quatro terminais. Destes dois terminais podem ser conectados ou desconectados. Os outros dois terminais são necessários para a bobina ser conectada.

Single Double Pole Throw [SPDT]
O relé SPDT possui um total de cinco terminais. Destes dois são os terminais da bobina. Um terminal comum também está incluído, que se conecta a qualquer um dos outros dois.

Double Single Pole Throw [DPST]
O relé DPST tem um total de seis terminais. Estes terminais são divididos em dois pares. Assim, eles podem atuar como dois SPST, acionados por uma única bobina. Dos seis terminais, dois deles são terminais de bobina.

Double Double Pole Throw [DPDT] 
O relé DPDT é o maior de todos. Tem principalmente oito terminais de relé. Destas duas filas são projetadas para serem trocadas por terminais. Eles são projetados para atuar como dois relés SPDT que são acionados por uma única bobina.

Aplicações de Relé

Um circuito de relé é usado para realizar funções lógicas. Eles desempenham um papel muito importante no fornecimento de lógica crítica de segurança.

Os relés são usados ​​para fornecer funções de atraso de tempo. Eles são usados ​​para atrasar o atraso e atrasar o fechamento dos contatos.

Os relés são usados ​​para controlar circuitos de alta tensão com a ajuda de sinais de baixa tensão. Da mesma forma eles são usados ​​para controlar circuitos de alta corrente com a ajuda de sinais de baixa corrente.

Eles também são usados ​​como relés de proteção. Por esta função todas as falhas durante a transmissão e recepção podem ser detectadas e isoladas.

Aplicação do Relé de Sobrecarga

O relé de sobrecarga é um dispositivo eletromecânico usado para proteger os motores contra sobrecargas e falhas de energia. 

Os relés de sobrecarga são instalados em motores para proteger contra picos de corrente súbita que podem danificar o motor. 

Um switch de relé de sobrecarga funciona em características com corrente ao longo do tempo e é diferente de disjuntores e fusíveis, em que um disparo repentino é feito para desligar o motor.

O relé de sobrecarga mais usado é o relé de sobrecarga térmica, onde uma tira bi-metálica é usada para desligar o motor. Esta faixa é ajustada para fazer contato com um contactor, dobrando-se com o aumento da temperatura devido ao excesso de fluxo de corrente. 

O contato entre a faixa e o contactor faz com que o contactor se desenergizar e restrinja a energia do motor, desligando-o.

Outro tipo de motor de sobrecarga é o tipo eletrônico que vigia continuamente a corrente do motor, enquanto que o relé de sobrecarga térmica desliga o motor dependendo da elevação da temperatura / calor da tira.

Todos os relés de sobrecarga disponíveis para compra possuem especificações diferentes, sendo os mais importantes os intervalos atuais e o tempo de resposta. 

A maioria deles são projetados para reiniciar automaticamente para funcionar depois que o motor é ligado novamente.

Seleção de Relé

Você deve observar alguns fatores ao selecionar um determinado relé. São eles:

Proteção
  • Diferentes proteções, como proteção de contato e proteção de bobina, devem ser observadas. A proteção de contato ajuda a reduzir o arco em circuitos usando indutores. A proteção da bobina ajuda a reduzir a tensão de surto produzida durante a comutação.
  • Procure por um relé padrão com todas as aprovações regulatórias.
  • Tempo de comutação - Solicite relés de comutação de alta velocidade, se você quiser um.
  • Classificações - Existem classificações atuais e de voltagem. As classificações atuais variam de alguns amperes a cerca de 3.000 amperes. No caso de classificações de tensão, elas variam de 300 Volt AC a 600 Volt AC. Existem também relés de alta tensão de cerca de 15.000 volts.

Ficamos por aqui!

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Tabela de Resistores - Leitura de Resistores 4, 5 e 6 Bandas - Faixa - Cores

Tabela de Resistores - Leitura de Resistores 4, 5 e 6 Bandas - Faixa - Cores

Esta tabela ajudará você a gerenciar o código de cores do resistor, pois é fundamental saber o valor da resistência que iremos trabalhar em nossos projetos. 

Abaixo temos a imagem da tabela de cores para leitura dos resistores e fizemos um pequeno tutorial para auxiliá-lo com a leitura dos tipos de resistores de 4, 5 e 6 Bandas.


Então vamos começar

Os resistores estão disponíveis em uma faixa de diferentes valores de resistência, de frações de um Ohm (Ω) a milhões de Ohms.

Valores de resistência, tolerância e potência são geralmente impressos no corpo do resistor como números ou letras quando o corpo do resistor é grande o suficiente para ler a impressão, como resistores de grande potência

Na maioria dos casos, quando o resistor é pequeno, como um tipo de filme ou carbono de 1/4 W, essas especificações serão codificadas por cores. Essas bandas pintadas coloridas produzem um sistema de identificação geralmente conhecido como Código de Cores do Resistor.

Um esquema internacional de códigos de cores de resistores foi desenvolvido há muitos anos como uma maneira simples e rápida de identificar o valor ôhmico de um resistor, independentemente de seu tamanho ou condição. 

Consiste em um conjunto de anéis ou bandas coloridas individuais na ordem espectral representando cada dígito do valor dos resistores.

As marcações do código de cores do resistor são sempre lidas uma banda de cada vez, começando da esquerda para a direita, com a faixa de tolerância de maior largura orientada para o lado direito, indicando sua tolerância. 

Ao combinar a cor da primeira banda com o seu número associado na coluna de dígitos do primeiro dígito é identificado e isso representa o primeiro dígito do valor da resistência.

CÓDIGO DE COR DA RESISTÊNCIA DE TRÊS-FAIXAS

O uso do código de cores de três bandas é muito raro.
A primeira banda que corresponde à extremidade esquerda representa o dígito mais significativo da resistência

A segunda banda representa o segundo dígito mais significativo.

A terceira faixa representa o poder de 10 elevado à cor correspondente e multiplicado pelo número obtido da primeira e segunda bandas.

A tolerância para resistores de três bandas é geralmente de 20%.

Por exemplo, se as cores na resistência estiverem na ordem de Verde, Azul e Vermelho à esquerda, a resistência pode ser calculada como 56 × 102 ± 20%. Isto é 5.6 K ± 20%, isso significa que o valor da resistência está na região de 4480Ω a 6720Ω.

CÓDIGO DE COR DA RESISTÊNCIA DE QUATRO-BANDAS

Este código de cores de quatro bandas é a representação mais comum em resistores.

A primeira banda que corresponde à extremidade esquerda representa o dígito mais significativo da resistência

A segunda banda representa o segundo dígito mais significativo.

A terceira faixa representa o poder de 10 elevado à cor correspondente e multiplicado pelo número obtido da primeira e segunda bandas.

A quarta banda representa tolerância.

Há uma lacuna significativa entre a terceira e quarta bandas, essa lacuna ajuda a identificar a direção da leitura.

Quatro bandas
Por exemplo, se as cores em uma resistência de quatro bandas estiverem na ordem Verde, Preto, Vermelho e Amarelo, o valor da resistência será calculado como 50 x 102 ± 2% = 5k ± 2%.

CÓDIGO DE COR DE RESISTÊNCIA DE CINCO-BANDAS

Os resistores de alta precisão têm uma banda adicional que é usada para indicar o terceiro valor significativo da resistência. O resto das bandas indicam os mesmos parâmetros que o código de cores de quatro bandas.

A primeira banda que corresponde à extremidade esquerda representa o dígito mais significativo da resistência

A segunda banda representa o segundo dígito mais significativo.

A terceira faixa representa o terceiro dígito mais significativo.

A quarta banda representa o poder de 10 elevado à cor correspondente e multiplicado pelo número obtido da primeira, segunda e terceira bandas.

A quinta banda representa tolerância.

Uma exceção é quando a quarta banda é ouro ou prata cor, neste caso, as duas primeiras bandas indicam os dois dígitos mais significativos da resistência, a terceira faixa é usada para indicar o multiplicador, a quarta faixa é utilizada para especificar a tolerância e a quinta faixa é usada para indicar o coeficiente de temperatura com unidades de ppm / K.

Por exemplo, se as cores de uma resistência de cinco bandas são na ordem vermelho, azul, preto, laranja e cinzento, em seguida, o valor da resistência é calculada como 260 x 103 = 260 KQ ± 0,05 ± 0,05%.

CÓDIGO DE COR DE RESISTÊNCIA DE SEIS-BANDAS

No caso de resistores de alta precisão, existe uma banda adicional para indicar o coeficiente de temperatura.

A primeira banda que corresponde à extremidade esquerda representa o dígito mais significativo da resistência

A segunda banda representa o segundo dígito mais significativo.

A terceira faixa representa o terceiro dígito mais significativo.

A quarta banda representa o poder de 10 elevado à cor correspondente e multiplicado pelo número obtido da primeira, segunda e terceira bandas.

A quinta banda representa tolerância.

A sexta banda representa o coeficiente de temperatura.

A cor mais comum utilizado para a sexta banda é preto, que representa 100 ppm / K, isto indica que, para uma mudança de 100 ° C na temperatura, pode ter uma variação de 0,1% no valor da resistência. Em geral, a sexta banda representa o coeficiente de temperatura. Mas, em alguns casos, isso pode representar a confiabilidade e a taxa de falhas.

Por exemplo, se as cores em uma resistência de seis bandas estão na ordem, laranja, verde, branco, azul, ouro  e preto, então a resistência é calculada como 359 × 106 ± 5% 100 ppm / K = 359MΩ ± 5% 100 ppm / K.


Espero te lhes ajudado.
Qualquer dúvida, digita nos comentários que logos estaremos respondendo.

Forte abraço.
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Deus vos Abençoe

Shalom