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domingo, 4 de abril de 2021

Classes de Amplificadores - As Principais Características dos Amplificadores de Áudio!

Olá a Todos!!!

Em eletrônica, o amplificador é o dispositivo de circuito mais comumente usado com grandes possibilidades de aplicação. E quem não gosta de um bom amplificador com audio de qualidade e que não nos custe o olho da cara.... 

Para os pré-amplificadores e amplificadores de potência eletrônicos relacionados a áudio, estão dois tipos diferentes de sistemas amplificadores que são usados ​​para propósitos relacionados à amplificação sonora. Mas, além desta finalidade específica da aplicação, existem enormes diferenças em vários tipos de amplificadores, principalmente em amplificadores de potência. 

Então, aqui vamos explorar no mínimo o básico sobre as diferentes classes de amplificadores e desenvolver um pouco mais nossas habilidades no conhecimento.

Classes de amplificadores de potência

Por muito tempo, as únicas classes de amplificadores relevantes para áudio de alta qualidade eram Classe-A e Classe-AB
Isso ocorria porque as válvulas eram os únicos dispositivos ativos, e os amplificadores de válvula Classe-B geravam tanta distorção que mal eram aceitáveis, mesmo para fins de endereçamento público. Todos os amplificadores com pretensões de alta fidelidade operavam em push-pull Classe-A.

Amplificadores Classe-A

Em um amplificador Classe A, a corrente flui continuamente em todos os dispositivos de saída, o que torna a sua eficiência muito baixa, mas quase nenhuma distorção de crossover. 

O amplificador final Classe A é a configuração mais simples e também uma das melhores configurações para reprodução de áudio de alta qualidade e pode ser implementado usando um seguidor de emissor padrão. 

A corrente quiescente através do transistor é igual ao pico da corrente de saída AC, o que significa que o transistor é polarizado no meio de sua faixa de trabalho e simplesmente conduz mais ou menos corrente quando acionado por uma voltagem alternada.

A eficiência de um amplificador classe A é muito baixa: 25% na amplitude máxima de saída e ainda menos em níveis de sinal baixos. A eficiência pode ser melhorada usando um projeto simétrico com 2 transistores, mas mesmo assim a maior eficiência. é 50%, o circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 2 abaixo.
Fig. 2 - Amplificador Classe-A 

Amplificadores Classe-B

A operação de um amplificador de áudio Classe-B usa um par de transistores polarizados de forma que o transistor ativo, conduza em uma das metades da forma de onda, ou seja, meio ciclo da onda, e a outro na outra metade, ou seja, em outro ciclo de onda, que significa que eles conduzem cada um em seu momento um ângulo de 180° que é a metade do ciclo total. 
Estágios de áudio Classe-B podem ter números de eficiência de até 75%, embora às custas de uma distorção um tanto maior do que com um estágio Classe-A usando o mesmo layout. O circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 3 abaixo.

Fig 3 - Amplificador Classe-B

Maior eficiência permite que uma maior potência de saída seja obtida com dissipadores de calor menores, e o uso de feedback negativo pode, com um projeto cuidadoso, reduzir a distorção a níveis desprezíveis. O Classe-B (ou Classe A – B, que usa corrente sem sinal mais alta) é o método de operação preferido para amplificadores com CI em níveis de potência de até cerca de 15 W de saída.

Amplificadores Classe-AB

Os amplificadores Classe-AB, não foram um desenvolvimento de classe, e sim uma combinação de duas classes já existentes, o Classe-A e o Classe-B, que já pudemos estudar acima.
Eles são atualmente os tipos mais comumente usados ​​na grande maioria dos fabricantes de amplificadores de áudio de potência. 

O amplificador Classe-AB é uma variação de um amplificador de Classe-B conforme descrito acima, exceto que ambos os dispositivos podem conduzir ao mesmo tempo em torno do ponto de crossover das formas de onda, eliminando os problemas de distorção de crossover do amplificador de Classe-B anterior.

A Classe-AB é menos linear do que A ou B, os dois transistores têm uma tensão de polarização muito pequena, normalmente de 5 a 10% da corrente quiescente para polarizar os transistores logo acima de seu ponto de corte. 

Então, o dispositivo de condução, seja bipolar ou FET, ficará “LIGADO” por mais de meio ciclo, mas muito menos de um ciclo completo do sinal de entrada. 

Portanto, em um projeto de amplificador de classe-AB, cada um dos transistores em configuração push-pull está conduzindo por um pouco mais do que meio ciclo de condução na classe-B, mas muito menos do que o ciclo completo de condução da classe-A. O circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 4 abaixo.
Fig 4 - Amplificador Classe-AB


Amplificadores Classe-C

As estruturas dos amplificadores Classe-C teem maior eficiência, no entanto, a linearidade são as menores das classes de amplificadores mencionados aqui. As classes anteriores, A, B e AB são consideradas amplificadores lineares, pois a amplitude e fase dos sinais de saída estão linearmente relacionadas à amplitude e fase dos sinais de entrada.

No entanto, o amplificador de classe-C é fortemente polarizado de modo que a corrente de saída seja zero por mais da metade de um ciclo de sinal senoidal de entrada com o transistor ocioso em seu ponto de corte. Em outras palavras, o ângulo de condução do transistor é significativamente menor do que 180 graus e geralmente está em torno da área de 90 grausO circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 5 abaixo.
Fig 5 - Amplificador Classe-C

Embora essa forma de polarização do transistor dê uma eficiência muito melhorada de cerca de 80% ao amplificador, ela introduz uma distorção muito forte do sinal de saída. Portanto, os amplificadores de classe-C não são adequados para uso como amplificadores de áudio.

Devido à sua forte distorção de áudio, os amplificadores classe-C são comumente usados ​​em osciladores de onda senoidal de alta frequência e certos tipos de amplificadores de frequência de rádio, onde os pulsos de corrente produzidos na saída do amplificador podem ser convertidos em ondas senoidais completas de uma determinada frequência pelo uso de circuitos ressonantes LC em seu circuito coletor.

Amplificadores Classe-D

Esses amplificadores alternam continuamente a saída de um ciclo para o outro em uma frequência supersônica, controlando a relação marca/espaço para fornecer uma média que representa o nível instantâneo do sinal de áudio; isso é alternativamente chamado de modulação por largura de pulso (PWM). O circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 6 abaixo.

Fig 6 - Amplificador Classe-D

Grande esforço e engenhosidade foram devotados a essa abordagem, pois a eficiência é em teoria muito alta, mas as dificuldades práticas são graves, especialmente em um mundo de legislação EMC cada vez mais rígida, onde não está claro que uma onda quadrada em 200kHz com alta potencia é um bom lugar para começar. 
A distorção não é inerentemente baixa, e a quantidade de feedback negativo global que pode ser aplicada é severamente limitada pelo pólo devido à frequência efetiva de amostragem direto de feedback

É necessário um filtro passa-baixa de corte nítido entre o amplificador e o alto-falante, para remover a maior parte do RF; isso exigirá pelo menos quatro indutores (para estéreo) e custará dinheiro, mas seu pior recurso é que ele só dará uma resposta de frequência plana em uma impedância de carga específica.

Amplificadores Classe-F

Os amplificadores Classe-F aumentam a eficiência e a saída usando ressonadores harmônicos na rede de saída para moldar a forma de onda de saída em uma onda quadrada. Os amplificadores Classe-F são capazes de altas eficiências de mais de 90% se a sintonia harmônica infinita for usada. O circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 7 abaixo.
Fig. 7 - Amplificador Classe-F

Amplificadores Classe-G

Este conceito foi introduzido pela Hitachi em 1976 com o objetivo de reduzir a dissipação de potência do amplificador. Os sinais musicais têm uma relação de pico/média, passando a maior parte do tempo em níveis baixos, então a dissipação interna é muito reduzida ao correr pelas grade de baixa tensão para saídas pequenas, mudando para grade de correntes mais altas para excursões de maiores potências.

A série básica Classe-G é com duas tensões de alimentação (ou seja, quatro grades de alimentação, como ambas as tensões são ±), a corrente é retirada dos grade de alimentação V1 inferiores sempre que possível; se o sinal exceder V1, TR6 conduz e D3 desliga, de forma que a corrente de saída agora é inteiramente retirada da grade de alimentação V2, com dissipação de energia compartilhada entre TR6 e TR8

O estágio interno TR3, TR4 é normalmente operado na Classe-B, embora AB ou A sejam igualmente viáveis ​​se a polarização do estágio de saída for adequadamente aumentada. Os dispositivos externos estão efetivamente na Classe-C, pois conduzem por menos de 50% do tempo. O circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 8 abaixo.
Fig 8 - Amplificador Classe-G

Em princípio, os movimentos da tensão do coletor nos coletores do dispositivo interno não devem afetar significativamente a tensão de saída, mas na prática o Classe-G é frequentemente considerada como tendo uma linearidade mais pobre do que a Classe-B devido a falhas devido ao armazenamento de carga nos diodos de comutação D3, D4.

Amplificadores Classe-H

O amplificador Classe-H é mais uma vez basicamente Classe-G, mas com um método de aumentar dinamicamente a tensão de alimentação (ao invés de mudar para outro bloco de alimentação) a fim de aumentar a eficiência. O mecanismo usual é uma forma de bootstrapping. A Classe-H é ocasionalmente usada para descrever tecnicamente um nível acima do Classe-G; podemos prescindir melhor o nosso entendimento abordando o assunto dessa maneira.

Amplificadores Classe-I

Os amplificadores Classe-I  teem dois conjuntos de dispositivos de comutação de saída complementares dispostos em uma configuração push-pull paralela com ambos os conjuntos de dispositivos de comutação amostrando a mesma forma de onda de entrada. 

Um dispositivo alterna a metade positiva da forma de onda, enquanto o outro alterna a metade negativa semelhante a um amplificador classe-B
Sem nenhum sinal de entrada for aplicado, ou quando um sinal atinge o ponto de cruzamento zero, os dispositivos de chaveamento são LIGADOS e DESLIGADOS simultaneamente com um ciclo de trabalho PWM de 50% cancelando quaisquer sinais de alta frequência.

Para produzir a metade positiva do sinal de saída, a saída do dispositivo de comutação positiva é aumentada no ciclo de trabalho, enquanto o dispositivo de comutação negativo é diminuído da mesma forma e vice-versa. 

As duas correntes de sinal de comutação são intercaladas na saída, dando ao amplificador classe-I o nome de: “amplificador PWM intercalado” operando em frequências de comutação superiores a 250 kHz.

Amplificadores Classe-S

Amplificador de Classe-S é um amplificador que trabalha em modo de comutação não linear, ele é bastante semelhante ao tipo de operação dos amplificadores classe-D

A Sony desenvolveu sua tecnologia S-Master, em sua tecnologia, a Sony combinou várias técnicas para tornar a configuração de Classe-D adequada para aplicações domésticas de alta fidelidade. Aqui, o processo de conversão do sinal de entrada em um sinal de largura de pulso correspondente é chamado de modulação de comprimento de pulso complementar.

O amplificador classe-S converte sinais de entrada analógicos em pulsos de onda quadrada digital por um modulador delta-sigma e os amplifica para aumentar a potência de saída antes de finalmente ser Demodulado por um filtro passa-banda. O circuito básico ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 9 abaixo.
Fig 9 - Amplificador Classe-S

Como o sinal digital deste amplificador de comutação está sempre totalmente “LIGADO” ou “DESLIGADO(na teoria, dissipação de energia zero), tecnicamente a eficiências desse amplificador chegaria a 100% de eficiência.

Amplificadores Classe-T

Os amplificadores Classe-T são outro tipo de formato de amplificadores de comutação digital. Amplificadores Classe-T estão começando a se tornar mais populares atualmente como um projeto de amplificador de áudio devido à existência de chips de processamento de sinal digital (DSP) e amplificadores de som surround multicanal, pois converte sinais analógicos em sinais modulados por largura de pulso digital (PWM) para amplificação aumentando a eficiência dos amplificadores. 

A empresa Tripath desenvolveu uma técnica que combina a qualidade do sinal de amplificadores classe A e AB com alta eficiência (cerca de 80-90%). Isso é feito usando uma combinação de circuitos analógicos e digitais, juntamente com algoritmos digitais que modulam o sinal de entrada usando uma forma de onda de comutação de alta frequência. O circuito ilustrativo, pode ser visualizado na Figura 10 abaixo, esse foi obtido pelo datasheet do mesmo.

Fig. 10 - Amplificador Classe-T

Os projetos de amplificadores de classe-T combinam os níveis de sinal de baixa distorção do amplificador de classe-A e classe-AB e a eficiência de energia de um amplificador de classe-D.


E por hoje é só, espero que tenham gostado!!!

Qualquer dúvida, digita nos comentários que logos estaremos respondendo.

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Forte abraço.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Como ADICIONAR Controle de Volume em Qualquer Amplificador - 3 Tipos



Olá a Todos!!!

A algum tempo venho recebendo mensagens de muitos dos nossos inscritos, tanto aqui em nosso Blog, como os do nosso canal do YouTube, sempre com a mesma pergunta, "Como posso instalar um controle de volume no meu circuito amplificador?" E acredite, são realmente muitas pessoas solicitando isso, inclusive em um dos nossos vídeos, Circuito Mini Amplificador com 3 Transistores Batendo no SUB 600W RMS "Vamos montar!" Tivemos centenas dessas perguntas, foi então que decidimos fazer esse Post para que, de forma simplificada, possamos explicarmos o como proceder para ligar, conectar um potenciômetro para ajustar o nível de sinal "Volume", em seu circuito amplificador.

Tipos de Circuitos

A princípio iremos Montar 3 tipos de circuitos para que você possa fazer a escolha de acordo com o seu projeto, como descrito abaixo: 

  1. Circuito de Controle Mono - Com um único canal para controlar
  2. Circuito de Controle Estéreo - Um potenciômetro duplo para controlar os dois canais
  3. Circuito de Controle Estéreo - Dois potenciômetros, um para cada canal.

1. Circuito de Controle Mono

O Circuito Mono é um controle de volume com um único potenciômetro, ele é um circuito mais simples. Apesar da sua simplicidade, esse é o tipo de circuito mais utilizados até hoje em todo tipo de dispositivo eletrônico que necessite atenuar o sinal auditivo em um amplificador, e na Figura 2, já podemos visualizar a sua simplicidade.

Fig. 2 - Controle de Volume Mono Simples

Como podemos ver no diagrama esquemático, é bastante simples, só requerendo apenas de pouquíssimos componentes, e isso à depender de que tipo de aplicação você irá fazer, pois não é necessário utilizar os conectores, podendo ser soldado diretamente no circuito.

Lista de Componentes

RV1 --------------------- Potenciômetro de 47KΩ, 100KΩ ou até mesmo 200KΩ
P1, P2 ------------------ Terminal tipo Bloco Parafusado soldável 2-Pinos, 5 mm
Outros ------------------ PCI, Fios, Solda, Caixa, Knob, etc.

2. Circuito Estéreo - Potenciômetro Duplo

O Circuito de controle de volume Estéreo com um potenciômetro duplo, é um circuito que segue os mesmos princípios do circuito 1, com a diferença que ele faz o controle de volume síncrono, ou seja, simultâneo, dois canais estéreo simultaneamente, para melhorar o entendimento podemos acompanhar no diagrama esquemático do circuito na figura 3 abaixo com a mesma simplicidade do primeiro circuito.

Fig. 3 - Controle de Volume Estéreo Potenciômetro Duplo

Como podemos ver no diagrama esquemático, é bastante simples, só requerendo apenas de 3 componentes, e isso à depender de que tipo de aplicação você irá fazer, pois não é necessário utilizar os conectores, podendo ser soldado diretamente no circuito.

Lista de Componentes

RV1 --------------------- Potenciômetro duplo de 47KΩ, 100KΩ ou até mesmo 200KΩ
P1, P2 ------------------ Terminal tipo Bloco Parafusado soldável 3-Pinos, 5 mm
Outros ------------------ PCI, Fios, Solda, Caixa, Knob, etc.

Se você precisar ajustar o volume separadamente para cada um dos dois ou mais canais, então neste caso temos o Circuito 3 abaixo.

3. Circuito Estéreo - Dois Potenciômetro

O circuito 3 é tão simples quanto o Circuito 1 e Circuito 2, o mais importante é estar certo das conexões de entradas e as conexões de saídas, se for invertida, pode acontecer que na posição de volume mínimo a resistência irá baixar para o mínimo "0 ohms" formando um curto-circuito na saída da fonte do sinal para o terra, que por sua vez pode queimar o dispositivo do qual está planejado receber o sinal. Seja cuidadoso!

O Circuito de controle de volume Estéreo com dois potenciômetros, é um circuito exatamente igual ao Circuito 2, com a diferença que ele faz o controle de volume independente por canal, para melhorar o entendimento podemos acompanhar no diagrama esquemático do circuito na figura 4 abaixo com a mesma simplicidade do primeiro circuito.

Fig. 4 - Controle de Volume Estéreo com dois Potenciômetros

Lista de Componentes

RV1, RV2 -------------- Potenciômetro de 47KΩ, 100KΩ ou até mesmo 200KΩ
P1, P2 ------------------ Terminal tipo Bloco Parafusado soldável 3-Pinos, 5 mm
Outros ------------------ PCI, Fios, Solda, Caixa, Knob, etc.


Estamos disponibilizando o link para baixar os arquivos da placa de circuito impresso, os arquivos estão separados por pastas, para os três tipos de circuitos, basta escolher o que vai montar e mandar imprimir os arquivos; Gerber, layout PDFPNG, todos os arquivos com link direto para Mega.

Link direto para download

Clique no link abaixo para baixar os arquivos: Layout PCB, PDF, GERBER

E por hoje é só, espero que tenham gostado!!!

Quaisquer dúvidas, sugestões, correções, por favor, deixe nos comentários abaixo, que em breve estaremos respondendo.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Como Montar Cabo para LIVE - Instagram, Facebook, Youtube - Da mesa para o Celular

Como Montar Cabo para LIVE - Instagram, Facebook, Youtube - Da mesa para o Celular

Olá a todos!!


No post de hoje, iremos montar um cabo de áudio específico para transferir o Audio de seu sistema de som, que pode ser; uma mesa de som, um computador, uma interface de audio ou qualquer outro fonte sonora que você precisa transmitir através do seu celular para fazer a sua LIVE de forma mais profissional, ao invés de tentar fazer uma LIVE de sua banda, ou seu culto de igreja, palestra e etc, capturando o audio com o próprio microfone do seu Telefone, isso não é nada legal, pois o som sai muito ruim, distorcido e com muito ruído indesejado, sendo difícil conseguir um publico estável em suas LIVES.

Pois bem, o que é necessário para se fazer uma LIVE com baixíssimo custo, é a utilização de um cabo de Audio, que faça a transferência do sinal de audio que venha do sistema de som para o seu Smartphone, porém, não é somente colocar um cabo com Conector TRS P2, "aqueles de Headphone", para Canon, que vai funcionar... Para quem quiser, já pode obter o cabo já pronto como mostrado na Figura 2 abaixo.
Fig. 2 - Cabo Para Live Plug P3 TRRS para XLR

Os Conectores de Áudio

Para esse projeto, iremos utilizar dois conectores, conforme mostrado na Figura 3 abaixo:
Fig. 3 - Conector XLR Fêmea e Conector P3 Macho

  • O conector XLR - Será utilizado na saída do dispositivo de audio, que no nosso exemplo, utilizaremos na saída auxiliar da mesa de som, que irá enviar o audio para a entrada do smartphone, ele é um conector de três pinos conhecido como plug Canon. Na lista abaixo temos as características e parâmetros do conector:
    • Tipo - Plug XLR
    • Número de Vias - 3
    • Diâmetro - 6,35 mm
    • Característica - Fêmea
    • Versão - Soldável
  • O conector P3 - Será O Plug necessário para fazer a conexão de recebimento de audio no Smartphone, ele é um plug do tipo TRRS - Tip/Ring/Ring/Sleeve. Esse Plug tem algumas características e parâmetros a ser considerado para a escolher-los corretamente na lista abaixo:
    • Tipo - Plug P3
    • Número de Vias - 4, TRRS
    • Diâmetro -  3,5 mm
    • Característica - Macho
    • Versão - Soldável
É importante lembrar, que existem duas configurações padrões utilizadas pelos fabricantes de dispositivos móveis, e em alguns dispositivos esses parâmetros, que no caso estamos falando da conexão do Microfone, que é a que vamos utilizar, eles vem invertidos, como mostrado na Figura 4 abaixo, em alguns dispositivo o negativo "terra" do microfone está conectado no ultimo Anel de contato, e em outros casos, o negativo está conectado ao Anel 3 do Plug, o padrão mais comum adotado pela maioria dos Smartphone, "o que tenho utilizado com Smartphone da Samsung" é a do lado direito da Figura 3, que o terra é ligado ao Anel 3 e o positivo ao Anel 4.    

Fig. 4 - Padrões e tipo de ligações Conectores P3

O Cabo de Audio

Todos nós sabemos que, para ter uma boa qualidade de audio em nosso sistema sonoro, é necessário a utilização de cabos de boa qualidade, isso evita os tais "hams", "zumbidos", roncos no canal de audio do nosso sistema, e até mesmo, corte das frequências "principalmente as mais altas" dos nossos instrumentos, então, é importante destacar que, o cabo tenha no mínimo os parâmetros básicos listado abaixo:
  • Tipo - Blindado
  • Número de Vias - 2 Vias
  • Modalidade - Cabo flexível
  • Blindagem - Em Trança ou Espiral
É necessário também, verificar-mos a bitola do cabo, para não termos problemas na hora de soldarmos, pois se o cabo for muito grosso, pode acontecer de não caber no orifício de entrada da envolucro do Plug P3, que tem o diâmetro menor, então sempre verifique o diâmetro da envolucro do plug e o do cabo.

Diagrama Esquemático

Existem como já mencionado acima, dois tipos de ligações que são utilizados, e para não termos nenhum problema com essas ligações, pois depende muito de qual Smartphone você está utilizando, iremos deixar diagrama esquemático das duas configurações.

O Primeiro diagrama sugerido na Figura 5 abaixo, é de negativo aterrado, essa configuração em muito utilizada em fones de ouvidos da Nokia por exemplo, pelo qual o Positivo do Microfone externo é ligado no terceiro anel do Conector P3, e o Negativo do Microfone é ligado ao Terra do conector, sendo esse o negativo comum para todos.

Fig 5 - Configuração ligação XLR P3 em Terra comum

O Segundo diagrama sugerido na Figura 6 abaixo, é onde o negativo do Microfone está conectado no Terceiro Anel do Plug P3, e esse Negativo é comum a todos, essa configuração na maioria dos Smartphones atualmente, como por exemplo os da Samsung por exemplo.
Fig. 6 - Ligação Conector XLR para P3 - Padrão mais utilizado atualmente

Depois de selecionado o tipo de cabo que você irá montar, é bom sempre ficar atento a alguns princípios básicos para executar a montagem do seu cabo e não ter dor de cabeça depois. Vamos as dicas de montagem:
  1. Escolha Conectores e Cabos de boa qualidade - Pode ser um pouco mais caro, mas vai te evitar de ter dores de cabeça futuramente.
  2. Quando for montar, fique atento as numerações do Conector XLR - Pois a numeração do conector quando de frente para você, é uma, quando de costa para você ele inverte o lado, por esse motivo tirei uma foto do plug real já com o lado correto para você não se confundir. 
  3. Antes de estanhar, coloque os  envolucro, cápsula, embolo, como queira chama, antes de soldar, é comum esquecermos disso.
  4. Ao estanhar "soldar" o cabo no conector P3, seja o mais rápido possível - Quando se solda um plug desse que seus contatos são separados com plastico, você corre o risco de derreter as conexões e fechar um curto, dando problemas no seu cabo e possível problema em seu celular.
  5. E por fim, verifique quando terminar tudo, se o plug não tem curto-circuito, e teste a continuidade de todos os anéis.
E por hoje é só, espero que tenham gostado!!!

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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Como fazer cabos SpeakON para SpeakON, P10 e XLR

Como fazer cabos SpeakON para SpeakON, P10 e XLR

Olá a Todos!!!!


Hoje trazemos para você um guia rápido de como montar o seu próprio cabo de conexão SpeakON nas seguintes configurações; SpeakON para SpeakON, SpeakON para 10SpeakON Para XLR. Esses cabos são utilizado em sua grande maioria na ligação entre caixas, caixas e amplificadores, e etc. utilizado em som Professional, Studio, som automotivo, entre outros.

Características

As principais características do Plugs SpeakON são:
  • Fácil e rápido de montar, confiável e robusto
  • Conectores de cabo e chassi de 2, 4 e 8 polos em várias versões
  • Sistema engate rápido "Quick Lock" ideal para aplicações de alto-falante
  • Excelente relação custo-desempenho
  • Atende a todos os requisitos de segurança em todo o mundo (IEC, UL, ...) Além disso, os mais recentes modelos das séries SPX e STX oferecem:
  • Classificação atual de até 50 A
  • Apenas 3 peças com projeto de alívio de tensão de 1 peça para montagem ainda mais fácil
  • Resistente às intempéries e extremamente robusto
Existem basicamente dois modelos mais conhecidos e utilizados de Plugs da Série SpeakON, como mostrado na Figura 2 abaixo, são eles: 
Fig. 2 -  Principais mais utilizado tipos de plugs SpeakON
NL2FX: Conector de cabo de 2 polos com bucha azul, intercalado com conector de chassi de 4 polos e faz contato com + 1 / -1
NL4FX: Conector de cabo de 2 polos com bucha preta, e faz contatos com + 1 / -1, +2/ -2

Obs: Existem vários outros modelos e séries, porém me refiro aos mais padrões conhecidos e utilizados.

1° CABO - SPEAKON PARA SPEAKON

Temos duas opções de montagem para os Conectores SpeakON: 
Figura 3 é para ligação em um único canal do Conector, você pode está ligando o seu caixa em um único cabo de sinal.
Fig. 3 - SpeakON para SpeakON utilizando dois Polos
Figura 4, é para a utilização de caixas duas ou três vias, quando necessitamos fazer a utilização de dois canais de uma amplificador para um único caixa, separando as vias.
Fig. 4 - SpeakON para SpeakON utilizando quatro Polos

Montagem

1° Passo:
Desencape cerca de 2.5 cm do cabo, pela qual irá aparecer os fios, desencape os fios cerca de 1.2 cm como mostrado na Figura 5 logo abaixo.
Fig. 5 -  Medidas corretas para desencapamento do cabo e dos fios
DICA:
Se for utilizar somente uma via da caixa, utilize somente os 2 Polos, +1 / -1. Se for utilizar as duas vias em um caixa, utilize os quatros polos +1 / -1, +2 -2.

2° Passo:
Abra o plug rodando o conector rosqueável no sentido anti-horário para abri as três partes do Plug SpeakON, e ele se dividirá em três partes como mostrado na Figura 6 abaixo.

Fig. 6 -  Plug SpeakON aberto em três partes

3° Passo:
Coloque o conector rosqueável no cabo antes de colocar os fios nos orifícios do plug, enrole os fios unificando-os como sinalizado na Figura 7 abaixo, logo após, coloque os fios nos orifícios e aparafuse todos os polos, seguindo as cores dos fios que você tem, no nosso exemplo, estamos utilizando cabo com quatro fios; vermelho, amarelo, preto, azul.

DICA:
Para facilitar a fiação, especialmente de cabos grossos, primeiro aparafuse os contatos internos +1 e +2 e depois os contatos externos -1 e -2.
Fig. 7 -  Maneira correta da aplicação dos fios ao Plug SpeakON 
4° Passo:
Verifique se não ficou nenhum fiapo de fio solto fechando com outros contatos, feche o conector rosqueável unindo todas as partes, e aqui finalizamos uma das pontas do seu cabo.
Então siga o mesmo procedimento para montar a outra ponta do cabo SpeakON. 

2° CABO - SPEAKON PARA P10

Existem três tipos de configurações que podemos utilizar, isso vai depender do tipo de som utilizado, então deixamos disponíveis aqui o diagrama das três versões para você montar.

Figura 8 essa é a versão SpeakON para Plug P10, utilizando apenas dois polos do plug SpeakON.
Fig. 8 -  Diagrama esquemático conexão Plug SpeakON para P10 dois Polos
Figura 9 essa é a versão SpeakON para Plug P10 estéreo, utilizando os quatro polos do plug SpeakON e um Plug TRS, P10 Estéreo
Fig. 9 -  Diagrama esquemático conexão Plug SpeakON para P10 TRS estéreo quatro Polos
Figura 10essa é a versão SpeakON para dois plugs P10, utilizando os quatros polos do plug SpeakON e dois plugs P10 para cada canal do amplificador.
Fig. 10 -  Diagrama esquemático conexão Plug SpeakON para 2 P10 quatro Polos

Montagem

1° Passo:
Siga os passos de 1 à 4 proposto acima na montagem do 1° Cabo, para montar uma das pontas que receberá o Plug SpeakON. Depois de montado o primeiro lado do plug SpeakON, vá para o passo dois abaixo.

2° Passo:
Desencape cerca de 2.5 cm do cabo, pela qual irá aparecer os fios, desencape os fios cerca de 1.2 cm como mostrado na Figura 5 já mostrada acima na montagem 1.

3° Passo:
Abra o plug P10 rosqueando no sentido anti-horário, insira o cabo dentro do lado rosqueável do plug P10.

4° Passo:
Estanhe as superfícies dos fios, diacordo com a Figura 8, 9 ou 10, isso irá depender do versão que você deseja montar, siga a Figura da sua escolha.

3° CABO - SPEAKON PARA  Plug XLR

Existem duas tipos de configurações que podemos utilizar, isso vai depender do tipo de som utilizado, então deixamos disponíveis aqui o diagrama das duas versões para você montar.

Figura 11 essa é a versão SpeakON para Plug XLR, utilizando apenas dois polos do plug SpeakON.

Fig. 11 -  Diagrama esquemático conexão Plug SpeakON para XLR dois Polos
Figura 12 essa é a versão SpeakON para Plug XLR, utilizando os quatro polos do plug SpeakON.
Fig. 12 -  Diagrama esquemático conexão Plug SpeakON para XLR estéreo quatro Polos

Montagem

1° Passo:
Siga os passos de 1 à 4 proposto acima na montagem do 1° Cabo, para montar uma das pontas que receberá o Plug SpeakON.
Depois de montado o primeiro lado do plug SpeakON, vá para o passo dois abaixo.

2° Passo:
Desencape cerca de 2.5 cm do cabo, pela qual irá aparecer os fios, desencape os fios cerca de 1.2 cm como mostrado na Figura 5 já mostrada acima na montagem 1.

3° Passo:
Abra o plug XLR que dependendo da versão do seu plug, você pode está desparafusando, ou pode está rosqueando no sentido anti-horário, insira o cabo dentro do lado rosqueável do plug XLR,

4° Passo:
Estanhe as superfícies dos fios, diacordo com a Figura 11 ou a Figura 12, isso irá depender do versão que você escolheu para sua montagem, siga a Figura da sua escolha, depois feixe e finalizamos o nosso Cabo.

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sábado, 6 de junho de 2020

O que é Phantom Power e Como Funciona?

O que é Phantom Power e Como Funciona?

Olá a todos!!!!

No post de hoje, iremos explicar o que é um Phantom Power, cujo significado em uma tradução livre, significa literalmente "Alimentação Fantasma", como ele funciona, suas principais características e aplicações. Hoje em dia é bastante comum visualizarmos os microfones Phantom Power em uma grande quantidade em eventos musicais, seja orquestras, bandas, sinfonias, em estúdios que é bastantes comuns, em microfones para baterias, que em sua grande maioria são Phantom Power, microfones para gravação de voz, etc... mas, o que há de tão “fantástico” no Phantom Power, para que eles sejam tão populares entre os microfones? Esse será um guia rápido que irá fazer você entender melhor sobre o Phantom Power.

Como surgiu o Phantom Power?

O “phantom power para microfone” originou -se na NRK (Norwegian Broadcasting Corporation). Devido à pouca luz do dia nos meses de inverno na Noruega, seus estúdios eram equipados com iluminação auxiliar, alimentada por uma fonte de alimentação de 48V CC. Na década de 1960, os fabricantes de microfones começaram a introduzir a tecnologia de transistor em seus microfones. A Neumann GmbH, ansiosa por trazer seus novos microfones de estado sólido para a Noruega, visitou o NRK em 1966. Os novos microfones de estado sólido de Neumann precisavam de menos energia do que os microfones de tubo. Havia potencial para alimentar esses microfones sem uma fonte de alimentação externa, mas através do mesmo cabo que carregava o sinal de áudio. E assim ficou estabelecido que a Neumann projetaria seus microfones para funcionar com a fonte de alimentação de 48V CC fornecida pelos estúdios da NRK. Essa tensão CC funcionaria nos pinos 2 e 3 de um conector XLR de 3 pinos. Desde então, 48V CC se tornou o padrão (na DIN 45596) para alimentação Phantom de microfone.

O que é Phantom Power? 

A alimentação Phantom Power é uma tensão CC "Corrente Contínua" (normalmente +48 V) fornecida ao microfone através dos pinos 2 e 3 de um plug Canom balanceado XLR, e o pino 1 mantém sua configuração  como o pino terra, o Phantom Power fornece energia aos componentes ativos em determinados microfones condensadores. Essa tensão elétrica tecnicamente varia entre 12 à 48 volts com corrente que também variam "dependendo do equipamento que fornece a alimentação" entre 4 à 22 miliamperes, como a tensão é exatamente a mesma nos pinos 2 e 3, a alimentação Phantom não afetará os microfones dinâmicos balanceados, já que não haverá diferença de potencial entre os pinos, nenhuma corrente fluirá na capsula dos microfones dinâmicos. "isso se tiver corretamente instalado". A tensão de alimentação trafega pelo mesmo cabo balanceados que transportam o sinal de áudio, que é fornecido por um pré-amplificador de microfone, mesa de som, consoles de mixagem, interfaces de áudio, módulos de alimentação Phantom independentes etc. 

Como Funciona o Phantom Power?

A alimentação Phantom Power é uma tensão de alimentação de Corrente Contínua, enviada através do mesmo cabo de sinal do áudio balanceado, essa tensão nas mesas e interfaces profissionais, são de 48 volts aplicados ao pino 2 e 3, o terra mantém-se no pino 1. Embora existam aplicações diferentes para esse tipo de fornecimento de alimentação, na sua grande maioria são os microfones condensadores e microfones ativos, que utilizam esse recurso, pois eles necessitam de uma tensão para alimentar seus componentes eletrônicos internos e polarizarem a cápsula. Ainda que a tensão padrão para alimentação Phantom seja 48V CC, nem todos os microfones com alimentação Phantom necessitam da alimentação dos 48 volts completos, alguns utilizam 9V CC, enquanto outros podem até exigir mais do que a tensão de 48V, mas, não devemos nos preocupar, devido aos microfones que utilizam uma tensão menor, já terem internamente circuitos reguladores de tensão para adequar a tensão necessária para o seu circuito.
Existem diversos tipos de microfones no mercado atual, e é um número crescente, que utilizam o recurso Phantom Power. 

Microfones que utilizam Phantom Power

Os Microfones que necessitam de alimentação para funcionar, são os Microfones de condensador Electreto com FET (Field Effect Transistor), Microfones condensadores Polarizados externamente, e microfones dinâmicos de faixa ativa, e além de todos os conhecidos, temos também os microfones digitais, que são totalmente alimentado pelo Phantom Power

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Forte abraço.

Deus vos Abençoe
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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Como Construir um cabo MIDI

Como Construir um cabo MIDI

Olá a Todos!!!

No post de hoje iremos fazer um cabo MIDI "Musical Instrument Digital Interface", que serve para realizar conexões e controle de diversos periféricos, tais como: Controle de Instrumentos MIDI,  Sequenciadores interligados a um Teclado, interfaces de Audio e MIDI para gravações e etc. Tudo isso pode ser controlado pela Interface digital MIDI.

Para a realização da montagem do cabo MIDI, iremos precisar de:
  • 2 - Conectores DIN-5 Macho
  • 1 - Cabo blindado 2 metros "tamanho depende do seu uso"
Na figura 2 logo abaixo, temos a pinagem do plug DIN-5 macho, com imagem real do lado esquerdo, e do lado direito temos a imagem ilustrativa que iremos analisar, pois será necessário virar o componente para realização da soldagem do cabo, e se não tomarmos atenção podemos confundir a pinagem e soldá-lo inversamente.
Fig. 2 - Pinagem Plug DIN-5 Macho MIDI
Na figura 3, temos as conexões necessárias para a construção desse cabo, é bastante simples, existe apenas duas ligações necessárias para fazer a conexão entre dois periféricos MIDI, uma ligação será o Pino 4 CSINK - "Current Sink", e o outro é o Pino 5 CSRC "Current Source", em alguns casos, se você for utilizar um cabo muito grande, é aconselhável utilizar o Pino 2 Ground "terra", para evitar interferências na comunicação digital do cabo MIDI.
Fig. 3 - Diagrama esquemático cabo MIDI

Depois de tudo soldado, é bom verificar se ha curto circuito nas conexões e se tudo tiver correto, verifique também se ha continuidade em ambos os polos do cabo, para ver se o cabo também não está quebrado.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Projeto - Caixa profissional 3 Vias de qualidade "Decente" - Parte 1 - Escolha dos Componentes!

Projeto - Caixa profissional 3 Vias de qualidade "Decente" - Parte 1 - Escolha dos Componentes!

Olá a todos!!!

Para quem me conhece, sabe que sou tecladista e muito exigente no que se diz respeito a qualidade de som, já toquei em centenas de lugares e centenas de tipos de som, pelo qual os caixas de som que usamos para o retorno em sua grande maioria eram de qualidade não satisfatória, sejam eles caixa de retorno ou cubo, só teve um som que toquei a muito tempo atrás, que o cubo que eu estava tocando era realmente satisfatório, então resolvi procurar por esse cubo, mas, a decepção veio logo após eu visualizar o preço do "menino"... Mais de seis mil  pilas 😱....

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Esquemático Ligação Plug combinado XLR / P10 Fêmea NCJ6FI-S Neutrik

Esquemático de Ligação Plugue combinado XLR/P10 Fêmea NCJ6FI-S Neutrik

Olá a todos!!!!


Hoje nós vamos explicar de forma sucinta, como fazer as ligações do Plug Fêmea Combinado XLR/P10 NCJ6FI-S da Neutrik


Esse tipo de Plugue fêmea, suporta dois tipos de conexões, o Plug XLR, conhecido com "Plug Canon" que são utilizados para as conexões de microfones e mesas de som. 
E os Plugues  TRS (do inglês: Tip-Ring-Sleeve. Ponta-Anel-Capa) para estéreo, e para mono, TS (do inglês: Tip-Sleeve. Ponta-Capa), o velho e conhecido como; Plug Banana, ou P10, são os que se usam em instrumentos musicais, guitarra, teclado, contra baixo, etc...



Esse é o Plugue combinado XLR/P10 Fêmea NCJ6FI-S Neutrik, sua estrutura é feita de plástico rígido e os seus terminais são dispostos na parte traseira do plugue.

Se você se interessa pelo assunto de fazer seus próprios cabos, fizemos um POST muito interessante de como montar seus cabos, são mais de 12 tipos de ligações, são plugues XLR, TRS, RCA com diversas configurações, e essa lista está se atualizando, então passa lá, clicando no nosso POST:

Link:

Ligações de vários tipos de Plugues para Mesa de Som e Instrumentos musicais



Vamos continuar:

Disposição dos pinos no Plug fêmea Neutrik



Existem 4 modelos par esse tipo de plugs Neutrik, o que diferenciam entre eles, são a quantidade de pinagens que eles teem, o que nós iremos utilizar hoje, é o mais comum de se encontrar no mercado.


Para esse modelo de Plug, tem-se à disposição da pinagem na imagem ao lado, são 6 Pinos de contatos, cujo cada qual é mostrado com sua sigla, tanto para a entrada TRS "P10" quanto para a entrada XLR "Canon".
Iremos começar a entender o tipo de ligação que iremos fazer.

Ligação para o Plug TRS

Se você precisa utilizar separadamente os canais do Plug fêmea Neutrik, colocamos as ligações separadamente para facilitar o entendimento a aplicação do tipo de configuração que você irá montar então; para ligações que só utilizará a entrada TRS.
Temos a disposição na imagem abaixo:


Para ligações que só utilizará a entrada XLR.
Temos a disposição na imagem abaixo:


Depois de entender essas duas configurações, fica fácil entender como se prepara um Plug Fêmea Neutrik com a configuração dos dois ligados em paralelo.
Essa configuração "Por obviedade" é a mais utilizada. 

Ligações que utilizarão as entradas XLR & TRS.
Temos a disposição na imagem abaixo:
É simplesmente "Jampear" os pinos:
  • 1 do XLR com o Pino S do TRS
  • 2 do XLR com o Pino T do TRS
  • 3 do XLR com o Pino R do TRS


E para facilitar para os que não teem tanta experiências com plugs, siglas, etc...
Temos as imagens das conexões para colocarem com os Plugues P10, estereo e mono.

Disposição dos pinos do Neutrik com o Plug P10 Stereo




Disposição dos pinos do Neutrik com o Plug P10 Mono:



Principais características do NCJ6FI-S

Receptáculo combinado XLR e Plug de STR
• Design elegante de “front end
• Economiza espaço em rack combinando 2 conectores em um único gabinete
• Montagem horizontal ou vertical de PCB ou solda de fio rígido
• Totalmente normatizada
• Versão em estéreo ou em mono
• Capacitância do condutor muito baixa, portanto adequada também para Áudio digital
• Fixação: Plastico auto-roscante, parafusos com rosca
Configuração de 2.9 x 1.06 e tri-rondular (parafuso A)

Segue abaixo tabela das características detalhadas do Plug Fêmea NCJ6FI-S, adquirido pelo fabricante do produto.

Produto
TítuloNCJ6FI-S
Tipo de ConexãoDuplo XLR / P10
Gênerofêmea
Características Elétrica
Resistência dos Contatos< 10 mΩ (XLR)
Resistência dos Contatos< 20 mΩ (Plug)
Capacidade Dielétrica1,5 kVdc
Resistência de isolamento> 10 GΩ (inicial)
Corrente nominal por contato7,5 A (XLR)
Corrente nominal por contato7,5 A (Plug)
Voltagem nominal< 50 V
Características Mecânica
Força de Inserção≤ 25 N
Força de retirada≤ 25 N
Tempo de Vida> 1000 Ciclos Colocação/Retirada
Espessura do painelmax. 7 mm 0.27"
Tamanho do fioS/T
Direção de montagemParte traseira
Material
Chapeamento do ContatoLiga dura de 0,2 µm Au sobre Ni de 2 µm
ContatosBronze (CuSn6)
InserçãoPoliamida (PA 6.6 30% GR)
Elemento de travamentoAço Ck67
Environmental
Faixa de temperatura-30 °C to +80 °C


Por hoje é só, Ficamos por aqui!!!

O meu muito obrigado!!!

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Que Deus abençoe a todos.

Forte Abraço.

Shalom